quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O EMBARCADOR



O embarcador
Embargou a dor, a flor e o amor dos homens.
Dos homens
O embarcador embarcou tudo, até seus sentimentos mais puros
E os homens ficaram vazios de tudo
...e não possuem mais nem as dores para dizer que as sentem!

domingo, 10 de novembro de 2013

O ROUBO DE CARGAS DO BRASIL AUMENTOU!




O roubo de cargas aumentou no Brasil, sobretudo de aparelhos elétro e eletrônicos produzidos no polo industrial da Zona Franca de Manaus.

Mas não haveria aumento se não houvesse, também, quem adquirisse os produtos eletroeletrônicos roubados. Os comerciantes inescrupulosos que adquirem produtos roubados, também alimentam a violência contra caminhoneiros e transportadores de cargas.

Todos eles são tão ou mais ladrões do que os ladrões que se arriscam nas estradas, montam estratégias, rendem caminhoneiros, desafiam as barreiras policias e às vezes conseguem escapar – outras, não e são presos –. Os comerciantes desonestos, protegidos por uma suposta honestidade comercial, deveriam ser igualmente presos com os bandidos e receber penas maiores. São esses intocáveis comerciantes que alimentam sequestros e mortes de profissionais do volante, deixando famílias órfãs.

Há muitos anos, a Confederação Nacional dos Transportadores de Cargas, junto com a CNT, elaborou projeto propondo que em caso de fiscalização em lojas comerciais de qualquer porte, se não fossem comprovadas com notas fiscais a origem de compra, todo o lotes das mercadorias seriam apreendidos, fruto de roubo ou contrabando e caberia ao comerciante provar que as havia adquirido legalmente e pago todos os impostos. Não sei se esse projeto chegou a ser apresentado e se transformou em Lei. A ideia proposta previa penas pesadíssimas aos comerciantes receptadores de cargas roubadas, maiores até do que para os ladrões que as roubassem, mas não agradou aos comerciantes desonestos!

Também existem outros estudos técnicos e científicos, como o realizado pelo Centro de Estudos em Logística e em todos os resultados são sempre iguais: o roubo de cargas no Brasil tem aumentado muito porque há quem compre as mercadorias roubadas, com a certeza de que nunca serão punidos por ninguém!

Recentemente, um grupo armado de dez bandidos invadiu o Aeroporto Internacional de Guarulhos e roubaram cargas equipamentos eletro e eletrônicos, como máquinas fotografias, televisores, tablts, relógios e muitos outros produzidos no Distrito Industrial de Manaus, avaliadas em milhões de reais. Toda a ousada ação durou 44 minutos e foi filmada pelas câmeras do setor de cargas do Aeroporto. Mas esse é apenas um caso dos milhares que ocorrem diariamente nas rodovias do Brasil! Fruto de um esforço conjunto da CNT, o Centro de Estudos em Logística realizou um amplo estudo e diagnosticou que setores de transportes de cargas aéreas ou por via rodoviária estão totalmente vulneráveis à ação de bandidos cada vez mais ousados e organizados, usando armas de grossos calibres, contra uma policia que os combatem com pistolas ponto 40, revólveres, metralhadoras e que não os intimidam.

Na guerra entre os bandidos cada vez mais organizados, preparados e armados contra a polícia desestruturada, mal paga, que usa armas ultrapassadas, só o Brasil perde e os empresários que produzem suas mercadorias, as despacham, vêem sendo roubadas e nada podendo fazer a não ser contratar escoltas armadas, aumentando cada vez o preço das mercadorias revendidas aos consumidores finais. O Centro de Estudos em Logística – COPPEAD, depois de um amplo estudo técnico, analisando diversos ângulos e fatores, concluiu que:

1.   Há diferentes motivações em dois grupos distintos:
a)   Embarcadores com menores níveis de formalização organizacionais adoram ações intensivas e tendem a apresentar maiores restrições à terceirização de atividades externas, associadas à distribuição aos mercados e ao suprimento dos fornecedores;
b)  Já em relação aos embarcadores do segundo, as oportunidades para são igualmente distribuídas por toda sua cadeia de valor, no entanto, há o receio de que os prestadores de serviços não sejam suficientemente flexíveis na distribuição e nem eficientes em custos, na produção e no suprimento.

Seja uma das duas conclusões a que chegou o estudo, é ridículo porque quem compra as mercadorias roubadas é diretamente responsável e é parte ativa também no processo do aumento no número de roubo de cargas e deveria ser punido mais severamente do que os que os ladrões. Se não houvesse comerciante receptador  ou se tivesse a certeza que seria punido junto com os ladrões, essa ridícula e preocupante situação não continuaria sendo estudada e o roubo de carga reduziria ou seria sufocado. E os estudos feitos passariam a ser apenas registros de uma ridícula época em pleno século XXI!

sábado, 9 de novembro de 2013

DISCURSO DO LANÇAMENTO DO LIVRO "O CAMINHO NÃO PERCORRIDO"


 
Excelentíssima senhora diretora da Editora da Fundação Universidade do Amazonas, Suely Oliveira Moraes Marques, nestra da UFAM;  neste ato representando a Magnífica Reitora da UFAM, A Excelentíssima Senhora assistente social Dra. Márcia Perales Mendes Silva excelentíssima senhora e ex-diretora da Editora da Universidade Federal do Amazonas, Iraildes Caldas   Torres, professora doutora da UFAM e iniciando em Paris seu pós-doutorado - por isso não compõe a mesa -  excelentíssimo Dr. Djalma Almeida, MD Juiz do Tribunal Regional do Trabalho, excelentíssimo senhor deputado estadual Luiz Castro,  nas pessoas de quem cumprimento todos os membros da mesa, escritores que também lançam suas obras, amigos, convidados e presentes nesta solenidade de lançamento do livro “O CAMINHO NÃO PERCORRIDO”:

Minhas Senhoras,
Meus Senhores:

Tenho muito a agradecer e nada a pedir. Inicialmente agradeço aos meus pais biológicos Paulo e Josefa Costa, aos meus “pais adotivos”, Dulce e Teomário Costa, a Deus e todos os amigos do passado e do presente que me ajudaram a concretizar esse sonho que parecia impossível.
Mas nada é impossível quando se sonha porque todo sonho que se sonha junto, se transforma em realidade.
Em uma turma de 36 mulheres e apenas 4 homens no Curso de Serviço de Serviço Social, em 1995, me senti incomodado. Mas não foi totalmente esse incômodo que me fez produzir um TCC tão ambicioso, como explorar a razão homens não queriam cursar serviço social, o que influiu na decisão de explorar esse tema. No ano de 1995, acompanhei divulgações de um cidadão gaúcho defendendo a independência do Rio Grande do Sul do restante do Brasil, e uma das justificativas era de que a Amazônia era um “apêndice econômico para um país”. Pronto: cruzei essa ideia nazista, xenofóbica e ridícula com dados históricos e descobri que durante o período áureo da borracha, o Amazonas já havia quitado sozinho, mais de 40% da dívida externa brasileira em libra esterlina. Estava concluído o objeto de meu TCC.
Apresentei o projeto à professora orientadora Iraíldes Gonzaga Torres e ela me questionou: “você vai conseguir fazer tudo isso a que se propõe?”. Essa resposta lhe foi sendo dada quando quase toda semana lhe entregava um capítulo pronto!
Lia tudo e dizia: “nada a mudar. Está ótimo!”
Com a motivação de minha orientadora, mergulhei nos livros e pesquisei mais ainda, até que no final, na defesa do projeto, recebi a nota máxima. Não tinha desejo de transformá-lo em livro, mas circulei com a obra encadernada embaixo do braço por vários dias, mostrando às pessoas e pedindo suas opiniões. Um dia, encontrei a Dra. Ivete Ivo Barros e lhe mostrei. Ela ficou com tudo e quando voltei para pegá-lo, me perguntou: “você não pretende publicar isso? Eu lhe ajudarei, buscarei patrocínio! Confesso que não era meu desejo porque já tinha deixado exemplares de meu trabalho no departamento e na biblioteca do Curso para consultas futuras, além do mais, não teria dinheiro para bancar a publicação. Com a ajuda da Dra. Ivete, do Dr. Raimundo Quirino e do médico e empresário Francisco Garcia Rodrigues, proprietário da Concessionária, decidiu custear a primeira edição do livro O CAMINHO NÃO PERCORRIDO – A trajetória dos assistentes sociais masculinos em Manaus, pela Imprensa Oficial, em 1995, mesmo ano em que me formei. Agradeço também ao sociólogo Mário Jorge Correa, que prefaciou a primeira edição da obra e que fiz questão de permanecer com ela nessa nova edição reescrita, ampliada e revisada pela Editora da UFAM. A todos, meu muito obrigado de coração!
Meu modesto e despretensioso trabalho monográfico cresceu, colocaram fermento em seu interior e alcançou outros horizontes: o livro foi citado em várias outras obras científicas, sendo uma das mais importantes no livro A ASSISTÊNCIA SOCIAL NA CONTEMPORANEIDADE, da teórica social nacional Marilda Iamamoto. Na sua obra, além de constar na bibliografia, ela fez questão de colocar nota de rodapé dizendo ser o primeiro livro analisando o universo masculino que lera. Depois disso, o livro esgotou e 17 anos depois, alcança esse significativo momento para mim, motivo pelo qual mais uma vez agradeço o empenho de todos que se envolveram direta ou indiretamente na conclusão desse projeto, desde a pessoa que fez a capa até aos gráficos que o imprimiram, porque sem eles, nada seria possível.
A maioria aqui presente deve saber que passei por onze cirurgias no cérebro desde 2006, vítima de empiema cerebral e duas infecções hospitalares, fiquei dez dias em coma, 45 sem memória total e mais 15 sem fala, sofri derrame, trombose e aos médicos que me acompanharam até os dias de hoje, meus sinceros agradecimentos. Mas não faria justiça nesse momento se não mencionasse o nome de meu neurologista, Dr. Dante Luis Garcia Rivera, dos muitos, em Manaus e em São Paulo, que me atenderam. Por isso não os nominarei! Durante todo esse difícil processo, tive sempre o apoio do administrador de empresas Dr. FRANCISCO SALDANHA BEZERRA, presidente da FETRANORTE e dos Conselhos Regionais Norte do SES/SENAT, com o qual trabalhei durante 28 anos ininterruptos, em várias funções.
Também alguns presentes devem saber que cheguei a me desesperar quando soube que as bactérias borrélia e serrátia eram incuráveis. Mas Deus nunca me abandonou e me manteve vivo para testemunhar esse acontecimento que teve na professora doutora Iraíldes  minha grande aliada, divulgando meu trabalho e falando sobre a obra para outras pessoas do Serviço Social em eventos técnicos que participava, chegando, posteriormente, ao conhecimento da professora doutora Cléria Bueno, para quem enviei um exemplar e decidiu usá-lo como base para sua tese de doutorado defendida na Espanha, sob título de “AVES RARAS NA PROFISSÃO: O PSICÓLOGO E O ASSISTENTE SOCIAL NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL”, a quem agradeço pela dedicatória a mim feita em seu trabalho.
Tenho muito que agradecer aos professores do Curso de Serviço Social, que não os nominarei porque temo em esquecer algum, mas saibam os senhores mestres que de cada um retirei alguma coisa positiva para minha vida e com cada um aprendi algo que não sabia e que todos foram importantes em minha vida. Mas, faço uma referência especial à professora de nosso departamento que não está mais presente entre nós, a também advogada Rita de Cássia Montenegro, professora do Departamento do curso de Serviço Social e que ministrou a “Aula da Saudade” para os formandos da turma de 1995.

Minhas Senhoras,
Meus Senhores,

Estou construindo minha história. Depois de aposentado por invalidez perdi muitos amigos; outros apareceram e ficaram. Dos que se foram não sinto saudades ou lembranças positivas. Dos novos que chegaram, saibam que me deixam alegria, emoção e muito carinho.
Sou um passageiro nessa vida, mas não estou aqui de passagem, mas construindo minha história, com os cacos que restaram. Tenho uma missão por certo porque Deus não me teria deixado vivo após onze cirurgias até hoje se não reservasse uma missão especial. Já me disseram que minha missão é escrever. Eu acredito que seja e sou feliz por isso, sou feliz com o que faço, sou feliz pela esposa Yara que tenho, sou feliz por sentir a felicidade nas pessoas que estão em minha volta, enfim, sou feliz porque a felicidade não é ter dinheiro, comprar coisas, mas apenas ser simples e completo com você mesmo, fazendo aquilo que lhe dá prazer. E eu sou feliz!
Se esqueci alguém me perdoem: mas todos foram importantes em minha vida e meu caminho, até mesmo os que me abandonaram pelo, porque terei a oportunidade de acolhê-los mais na frente, porque Deus me permitirá fazê-lo!
Não posso esquecer, porém, de minha professora Heloisa Helena Corrêa da Silva que dedicou a mim seu livro “EXPRESSÃO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NO MÉDIO JURUÁ – AMAZONAS”, com essas palavras “E EM NOME DE CARLOS COSTA ESTENDO MEUS AGRADECIMENTOS AOS DISCENTES QUE APOIARAM MEU AFASTAMENTO PARA A QUALIFICAÇÃO DOCENTE”, além de ter escrito a meu pedido e, ao jornalista e professor Garcia Neto, que contribuíram com essa obra reescrita e ampliada. Isso me emocionou muito, professora doutora e ao companheiro e amigo de 32 anos de jornada. Eu os quero muito bem, saibam disso!
Para encerrar ao meu discurso que pretendia breve, reafirmo que não tenho tempo para odiar ninguém, não tenho tempo para sentir mágoa de ninguém porque me falta tempo para amar a todos que me amam, ou seja, vocês, meus amigos aqui presentes nesse lançamento.
Um abraço a todos e muito obrigado!


Carlos Costa

domingo, 3 de novembro de 2013

"FEBEAPA" VOLTOU: POBRE VAI VIRAR RACÃO PARA PEIXE!



Parece que o FEBEAPAFestival de Besteira que Assola o País voltou ao Brasil, depois de sua primeira edição em 1966, pelas penas do genial jornalista Sérgio Porto, com o pseudônimo de “Stanislaw Ponte Preta”, narrando às besteiras políticas “criadas” pelos parlamentares no Brasil de outrora. Nos momentos democráticos impositivos de hoje, agora poderia ser chamado de “Festival de Baboseira que Assola o País”. Uma pena que Sérgio Porto nada escreveu sobre a fase mais dura do regime militar, iniciada com o fechamento do Congresso Nacional, pelo AI-5, em dezembro de 1968, por ter falecido precocemente aos 45 anos, em setembro, três meses antes. Teria sido maravilhoso se continuasse com sua cruzada cívica nacional em prol do fim das bobagens só saídas da mente de alguns poucos parlamentares medíocres!

Em plena democracia, ridículo foi o preconceito e a idiossincrasia demonstrados contra a miséria, e a mendicância pelo vereador José Paulo Carvalho de Oliveira (PT do B), em solenidade comemorativa dos 25 anos de vigência da Constituição do Brasil. Nem desconfio a motivação do parlamentar eleito em 2012, com somente, 322 votos – mas que deve ser banido da vida pública na próxima eleição por não ser digno de representar o povo pago com dinheiro do povo em geral - ter dito durante em solenidade da Câmara Municipal de Piraí, no Rio de Janeiro, que mendigo não deve votar, mas virar “ração para peixe”.

O deputado federal Ulisses Guimarães deve ter tremido no túmulo, com os braços erguidos, envergonhado com as palavras desse parlamentar na comemoração da Constituição Cidadã. Será que ele desconhece que a pobreza, miséria e a mendicância é um fenômeno histórico, resultante da riqueza de poucos? Talvez o vereador nunca tenha estudado sobre esse tema e, por isso, nada sabe sobre o assunto. Está perdoado! Será que o edil já nasceu rico e sempre viveu em berço de ouro? Com exceções, mendigo não pede esmola por que quer; não reside na rua porque gosta ou deseja e não é pobre porque e pretenda que assim continue a ser sua vida. Com exceções também, pessoas pobres mendigam ou pedem esmolas  ruas porque suas economias lhes foram roubadas pelos impostos, pela falta de oportunidade, pela exclusão social, mas tem metas, planos, projetos e objetivos de crescer intelectual e financeiramente na vida.

Se o vereador desconhece que a realidade da pobreza e da miséria é, surgida durante a Revolução Industrial, na Inglaterra, no século XIX, acrescida pelo acúmulo de riqueza na mão de poucos e miséria na mão de muitos, agravada pela excessiva carga tributária e a péssima distribuição de renda praticada atualmente no Brasil, pelo guloso governo do país, que tem excesso de gastos, corrupção, falta de planejamento antecipado em tudo o que se propõe a fazer, é porque deve ter faltado a essa aula!  

 

A mistura de tudo isso e mais algumas idiossincrasias políticas e declarações amalucadas de vereadores ou cotas para deputados negros, transforma o Brasil em um país cheio de incertezas e de declarações inapropriadas por parte de alguns políticos, felizmente, ainda poucos! No Brasil o cenário não é diferente, mas está melhorando, embora muitas vezes ainda apareçam alguns políticos pensando ao contrário como o caso do vereador, que no elevado de sua “sapiência” ridícula, em discurso afirmou tamanha heresia contra os pobres. Disse que se arrependeu; mas o estrago em sua imagem como parlamentar já foi feita!


Continuando a ridícula “xenofobia”, digna de um novo “Febeapa” foi a aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal da cota racial para eleger deputados federais e, que, se aprovada em plenário, durará por 20 anos para que deputados negros possam ingressar na carreira parlamentar. Por que desejam esse processo de inclusão forçada de negros em política, sem considerar que o que vale para a escolha de um deputado federal não é a cor de sua pele, mas apresentar boas, honestas e exequíveis propostas administrativas e políticas para concorrer a qualquer cargo eletivo? Se o candidato negro for decente em suas propostas, discursos e promessas que talvez nunca venham a ser cumpridas, será eleito sem depender de qualquer cota racial.

Depois dessas ridículas posições e retrocessos políticos, o Brasil, digno de constar em novo “Febeapa”, pode ser considerado o país das cotas, por melhores que possam ser seus propósitos e objetivos. Talvez, agora, seja preciso criar cotas de honestidade para que negros ou brancos recebam votos nas urnas e exerçam com mais honestidade e honra seus mandatos, independente de cor com propostas honestas e éticas. A função social do voto é separar as boas das péssimas propostas políticas, independentemente de cor quem as apresente se branco, negro ou de sua posição econômica de rico, pobre, pedinte ou gay, lésbica, bissexual ou qualquer preferência sexual que venha a ter.

De todo o discurso do vereador, só a pena de morte com com tiro na testa para o traficante Fernandinho Beira-Mar, também defenderia se houvesse pena de morte no país. Talvez nem o cérebro do preconceituoso vereador servisse de “ração para peixe”, porque tenho dúvidas se os peixes aceitariam ingeri-lo sem regurgitar depois para não se transformarem em burros,  miseráveis e passarem a mendigar nas ruas de Piraí e encontrarem com o vereador sem cérebro! Talvez!