sábado, 12 de setembro de 2015
AMOR E DOR
Amor e dor
não combinam e
não se separam:
se fundem
na hora da separação!
A dor aparece e continua
com pagamento de pensão!
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
A INTERNET UNIU O MUNDO E EMUDEU AS PESSOAS!
A popularização da internet uniu o mundo pelas redes sociais, mas separou as
pessoas do convívio humano diário e do diálogo que antes existia!
Mesmo com toda a precariedade, preço exorbitante e péssimos serviços ofertados aos clientes, o fenômeno da internet se popularizou e o mundo passou a viver conectado e permitindo o surgimento de as redes sociais. Hoje, o mundo é um só individualizado, um só coletivo e um só em total silêncio. Tudo agora é através de shype, whats, fecebook outras redes. As pessoas, se afastaram, desumanizaram, individualizaram idiotizaram e emburreceram, criando palavras novas, reduzindo cada vez mais as outras, perdendo totalmente a eloquência do bom discurso!
O costume de falar olho no olho, sentindo a emoção das palavras ditas, desapareceu. Hoje, o mais comum em lugares públicos é ver adolescentes, de meia idade e até idosos caminhando com fones enfiados nos ouvidos. Dentro de restaurantes, pessoas tirando selfs ou fotos de amigos e postam nas redes sociais. Mesmo não conhecendo ninguém, a popularização da postagem se dá pelo número de curtidas e não pelo conteúdo contido. Ninguém tem mais tempo para conversar, a não ser via internet. Até o hábito salutar de gravar ou escrever números de telefones em cadernetas, foi transferido para os aparelhos de celular que, agora, só faltam falar, aliás, já falam, desde que a pessoa tenha crédito ou disposição fazer chamada por ele, o que está ficando cada vez mais raro! Tudo agora é mensagem de texto! O mundo ficou conectado e as pessoas emudeceram!
Enfim, não existe mais diálogo familiar e, quando ocorre, em muitos casos, também é via internet, por alguma rede social! O mundo está se tornando conectado e vazio ao mesmo tempo. É um mundo de mentiras, de páginas criadas só para conversas fúteis e inúteis. Não existe mais leitura de livros, a não ser os virtuais. É o mundo novo e hipócrita! As pessoas postam qualquer coisa e outras curtem e riem de algumas bobagens e mentiras também. Não sei se riem das bobagens ou porque a pessoa que curte a bobagem seja mais boba ainda, sem falar na nova linguagem criada pelos jovens que estão cortando palavras, cifrando letras e perdendo o hábito de escrever bem e de forma limpa. Confesso que algumas vezes cometi esse deslize também. Pelo hábito de tanto ler palavras cifradas, passei a usá-las também. Me penitencio!
Reconheço que se não fosse o fenômeno da internet e redes sociais, não teria o blog carloscostajornalismo lido em vários países e não seria tão conhecido e curtido e comentado em minhas postagens de livros e crônicas, também. Como dizem os jovens, prefiro qualidade de conteúdo e não quantidade de comentários. Ah, quer saber, não quero ficar para trás. Vou me conectar também! Mas quero leitores com conteúdo, ideias e opiniões próprias, não meros ventrículos repetidores de opiniões dos outros. Dos muitos leitores que tenho, poucos com os poucos dialogo e, dentre alguns mais recentes, destaco Janete Félix, uma pedagoga e filósofa discreta, que não gosta de se expor, não emite opiniões, aceita a todas porque, como eu, entende que o mundo virtual, é uma grande ilusão, um mundo que separou as pessoas humanas e desumanizou as pessoas!
Ah, como sinto saudades das brincadeiras de manja, barra-bandeira, 31 alerta, estátua, bolinha de gude, bete e fica, a bola na rua, as brincadeiras no final da tarde, enfim, sinto falta de um passado que, sei, nunca mais voltará porque o mundo caminha para frente, não dá voltas, não para, nem faz curvas. Ah, como eu sinto falta do passado! Tudo era mais humano, menos tecnológico, com jogos de vídeo gueime em que se tinha que ver apenas uma bolinha na tela pulando para um lado e para o outro, batendo e voltando. Era mais divertido e inocente naquela época do que os atuais jogos de violência de hoje, em 3-D!
No passado, era tudo mais simples e gostoso! A tecnologia mudou e estragou o mundo, mudou os hábitos e perdeu seu sentido, tirando o caráter humano das pessoas!
Sinto saudades do passado, mas não desprezo o presente! E sigo conectado, errando e aprendendo com meus erros e me corrigindo para não errar mais e nem ficar para trás!
Mesmo com toda a precariedade, preço exorbitante e péssimos serviços ofertados aos clientes, o fenômeno da internet se popularizou e o mundo passou a viver conectado e permitindo o surgimento de as redes sociais. Hoje, o mundo é um só individualizado, um só coletivo e um só em total silêncio. Tudo agora é através de shype, whats, fecebook outras redes. As pessoas, se afastaram, desumanizaram, individualizaram idiotizaram e emburreceram, criando palavras novas, reduzindo cada vez mais as outras, perdendo totalmente a eloquência do bom discurso!
O costume de falar olho no olho, sentindo a emoção das palavras ditas, desapareceu. Hoje, o mais comum em lugares públicos é ver adolescentes, de meia idade e até idosos caminhando com fones enfiados nos ouvidos. Dentro de restaurantes, pessoas tirando selfs ou fotos de amigos e postam nas redes sociais. Mesmo não conhecendo ninguém, a popularização da postagem se dá pelo número de curtidas e não pelo conteúdo contido. Ninguém tem mais tempo para conversar, a não ser via internet. Até o hábito salutar de gravar ou escrever números de telefones em cadernetas, foi transferido para os aparelhos de celular que, agora, só faltam falar, aliás, já falam, desde que a pessoa tenha crédito ou disposição fazer chamada por ele, o que está ficando cada vez mais raro! Tudo agora é mensagem de texto! O mundo ficou conectado e as pessoas emudeceram!
Enfim, não existe mais diálogo familiar e, quando ocorre, em muitos casos, também é via internet, por alguma rede social! O mundo está se tornando conectado e vazio ao mesmo tempo. É um mundo de mentiras, de páginas criadas só para conversas fúteis e inúteis. Não existe mais leitura de livros, a não ser os virtuais. É o mundo novo e hipócrita! As pessoas postam qualquer coisa e outras curtem e riem de algumas bobagens e mentiras também. Não sei se riem das bobagens ou porque a pessoa que curte a bobagem seja mais boba ainda, sem falar na nova linguagem criada pelos jovens que estão cortando palavras, cifrando letras e perdendo o hábito de escrever bem e de forma limpa. Confesso que algumas vezes cometi esse deslize também. Pelo hábito de tanto ler palavras cifradas, passei a usá-las também. Me penitencio!
Reconheço que se não fosse o fenômeno da internet e redes sociais, não teria o blog carloscostajornalismo lido em vários países e não seria tão conhecido e curtido e comentado em minhas postagens de livros e crônicas, também. Como dizem os jovens, prefiro qualidade de conteúdo e não quantidade de comentários. Ah, quer saber, não quero ficar para trás. Vou me conectar também! Mas quero leitores com conteúdo, ideias e opiniões próprias, não meros ventrículos repetidores de opiniões dos outros. Dos muitos leitores que tenho, poucos com os poucos dialogo e, dentre alguns mais recentes, destaco Janete Félix, uma pedagoga e filósofa discreta, que não gosta de se expor, não emite opiniões, aceita a todas porque, como eu, entende que o mundo virtual, é uma grande ilusão, um mundo que separou as pessoas humanas e desumanizou as pessoas!
Ah, como sinto saudades das brincadeiras de manja, barra-bandeira, 31 alerta, estátua, bolinha de gude, bete e fica, a bola na rua, as brincadeiras no final da tarde, enfim, sinto falta de um passado que, sei, nunca mais voltará porque o mundo caminha para frente, não dá voltas, não para, nem faz curvas. Ah, como eu sinto falta do passado! Tudo era mais humano, menos tecnológico, com jogos de vídeo gueime em que se tinha que ver apenas uma bolinha na tela pulando para um lado e para o outro, batendo e voltando. Era mais divertido e inocente naquela época do que os atuais jogos de violência de hoje, em 3-D!
No passado, era tudo mais simples e gostoso! A tecnologia mudou e estragou o mundo, mudou os hábitos e perdeu seu sentido, tirando o caráter humano das pessoas!
Sinto saudades do passado, mas não desprezo o presente! E sigo conectado, errando e aprendendo com meus erros e me corrigindo para não errar mais e nem ficar para trás!
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
O TER OU SER, O QUE VALE MAIS DO QUEUMA VIDA HUMANA?
Enquanto a humanidade priorizar o TER sempre mais poder e abandonar o SER humano, mais crianças e famílias inteiras continuarão sofrendo na Europa, fugindo de guerras pelo poder, da fome, atravessando mares e morrendo nas praias, sendo carregadas nos braços por mais bombeiros! Depois de muita luta, Aylan, o irmão Ghalib e a mãe acabaram sendo vencidos por esse mar. O corpo do menino foi parar no ponto da praia onde foi fotografado. A imagem correu e comoveu o mundo.
O TER o poder mesmo que impondo o terror e destruindo cidades por pura imposição de uma crença, será que supera o SER da vida humana? Entendo que não! Mas em pleno século XXI, se discute o TER sempre mais o poder e menos o SER, o AMOR, o PERDÃO, enfim, o ser humano e a vida humana!
Deitado, sem vida, uma outra vida nascendo dentro de um vagão, pai desesperado, deitado com a esposa e um filho de colo deitando em cima de um trilho do trem e dizendo que sua vida não tinha mais sentido...Tudo isso pode continuar se repetindo, porque a presidente da Comissão Europeia, chanceler alemã, Angela Markel, não deseja tomar frente dos esforços para criar uma proposta para que receber pessoas que fogem de guerras, atrocidades, destruição de cidade e, por consequência, da fome, da miséria, da ganância do TER pelo TER a qualquer custo! Fugindo de cidades e símbolos históricos destruídos pelos terroristas do Estado Islâmico, a família do pequeno Aylan, decidiu pagar 17 mil reais para deixar a destruída Síria e viver no Canadá. Era cinco quilômetros de distância, mas o sonho de viver livre morreu na praia, literalmente, porque no meio dos cinco quilômetros de travessia entre Bodrum a ilha de Kos, havia um mar e foi esse mar que matou o pequeno Aylan e a sua foto morto na praia, como se estivesse dormindo, se transformou em um símbolo de luta mundial em favor de outras vidas.
Enquanto as guerras pelo poder ocorrerem em países como Siria, Libia, Eritréia, Etiópia, Haiti e outros países, o mundo continuará vendo cenas iguais à do pequeno Aylan que, mesmo pequeno, morreu afogado porque queria viver livre no Canadá, de forma livre. As deprimentes cenas de atrocidades do Poder pelo Poder, causou a maior migração em massa da história recente e a maior de todas, depois da Segunda Guerra Mundial. O sonho de viver na Europa está sendo impedido pela ganância que se introjetou na sociedade do TER em detrimento SER do amor humano! O Leste Europeu precisa adotar um plano para receber os refugiados de uma forma mais humana, sem sofrer pressão popular. O êxodo atual é comprado a um verdadeiro genocídio humano, maior até o do que praticou Adolf Hitler contra os judeus, negros, homossexuais e minorias étnicas ou as que praticou contra a população de Uganda o sanguinário ditador Idi Amim Dadá, (1971/79), ou ditador Francois Duvalier (Papa Doc) e seu filho Jean Claude Duvalier (Beby Doc), contra a desprotegida população do Haiti, em tempos mais recentes.
A França já aceitou assinar o acordo, mas o Reino Unido e a Hungria e outros países da União Europeia, ainda estão resistindo porque o TER sempre é mais importante do que O SER da vida humana, o que é lamentável.
Com prazer assinei a petição da equipe da AVAAZ, comandada por Luis, Alice, Mia, Mais, Luca e Spyro, dentre outros, que circulam um abaixo-assinado pela internet. Cerca de duas mil pessoas já a na assinaram e se prontificaram como voluntários em programas de assistência e arrecadaram US$ 500 mil dólares em uma operação de resgate crucial no Mar Mediterrâneo, onde faleceu um garoto.
O TER o poder mesmo que impondo o terror e destruindo cidades por pura imposição de uma crença, será que supera o SER da vida humana? Entendo que não! Mas em pleno século XXI, se discute o TER sempre mais o poder e menos o SER, o AMOR, o PERDÃO, enfim, o ser humano e a vida humana!
Deitado, sem vida, uma outra vida nascendo dentro de um vagão, pai desesperado, deitado com a esposa e um filho de colo deitando em cima de um trilho do trem e dizendo que sua vida não tinha mais sentido...Tudo isso pode continuar se repetindo, porque a presidente da Comissão Europeia, chanceler alemã, Angela Markel, não deseja tomar frente dos esforços para criar uma proposta para que receber pessoas que fogem de guerras, atrocidades, destruição de cidade e, por consequência, da fome, da miséria, da ganância do TER pelo TER a qualquer custo! Fugindo de cidades e símbolos históricos destruídos pelos terroristas do Estado Islâmico, a família do pequeno Aylan, decidiu pagar 17 mil reais para deixar a destruída Síria e viver no Canadá. Era cinco quilômetros de distância, mas o sonho de viver livre morreu na praia, literalmente, porque no meio dos cinco quilômetros de travessia entre Bodrum a ilha de Kos, havia um mar e foi esse mar que matou o pequeno Aylan e a sua foto morto na praia, como se estivesse dormindo, se transformou em um símbolo de luta mundial em favor de outras vidas.
Enquanto as guerras pelo poder ocorrerem em países como Siria, Libia, Eritréia, Etiópia, Haiti e outros países, o mundo continuará vendo cenas iguais à do pequeno Aylan que, mesmo pequeno, morreu afogado porque queria viver livre no Canadá, de forma livre. As deprimentes cenas de atrocidades do Poder pelo Poder, causou a maior migração em massa da história recente e a maior de todas, depois da Segunda Guerra Mundial. O sonho de viver na Europa está sendo impedido pela ganância que se introjetou na sociedade do TER em detrimento SER do amor humano! O Leste Europeu precisa adotar um plano para receber os refugiados de uma forma mais humana, sem sofrer pressão popular. O êxodo atual é comprado a um verdadeiro genocídio humano, maior até o do que praticou Adolf Hitler contra os judeus, negros, homossexuais e minorias étnicas ou as que praticou contra a população de Uganda o sanguinário ditador Idi Amim Dadá, (1971/79), ou ditador Francois Duvalier (Papa Doc) e seu filho Jean Claude Duvalier (Beby Doc), contra a desprotegida população do Haiti, em tempos mais recentes.
A França já aceitou assinar o acordo, mas o Reino Unido e a Hungria e outros países da União Europeia, ainda estão resistindo porque o TER sempre é mais importante do que O SER da vida humana, o que é lamentável.
Com prazer assinei a petição da equipe da AVAAZ, comandada por Luis, Alice, Mia, Mais, Luca e Spyro, dentre outros, que circulam um abaixo-assinado pela internet. Cerca de duas mil pessoas já a na assinaram e se prontificaram como voluntários em programas de assistência e arrecadaram US$ 500 mil dólares em uma operação de resgate crucial no Mar Mediterrâneo, onde faleceu um garoto.
domingo, 6 de setembro de 2015
MEUS PÁSSAROS...!
Os pássaros que me faziam sorrir no passado,
agora me fazem sofrer, no presente!
(não são “Os pássaros”, do genial cineastra Alfred Hitchock!
são apenas os meus, não os dele!)
Na minha imaginação,
Não existem mais pássaros.
Morreram ou estão morrendo aos poucos, todos eles!
(Ninhos erguidos, destruídos, desfeitos
esquecidos e abandonados!)
Resistirei, mesmo que biquem minha lua,
roubem minhas estrelas e arranquem minha pela.
Sangrando, não conseguirão me destruir,
(frágil ficarei; morto, não!)
No máximo, me deixarão com o coração sangrando,
Continuarei respirando e resistindo, mesmo me sentindo só!
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
TROCA PRODUTIVA DE IDEIAS!
Ao escritor José Estanislau Filho, com respeito.
Um comentário do escritor J. Estanislau Filho, na escrivaninha do Recanto das Letras, levou-me a ter com ele uma longa e produtiva troca de ideias, sobre a crônica BUROCRACIAS PARA EXIGIR PROPINAS E GERAR FACILIDADES (http://carloscostajornalismo.blogspot.com.br/2015/08/burocracias-para-exigir-propinas-e.html)
O escritor, residente em Canoas, Minas Gerais e autor de diversos livros, defendeu a manutenção da CPMF. Ela seria boa para a saúde, sob o argumento de que não “se joga fora a água da bacia com o bebê dentro”, segundo o escritor. Sempre o muito crítico, J. Estanislau Filho, manteve a posição em defesa da extinta CPMF e, ao final, concluímos que se o Governo implantasse o Imposto Único, defendido desde 1982 pelo deputado federal Álvaro Valle e seu candidato a vice-presidente da República, empresário Afif Dominguez, esquecido nas gavetas da burocracia estatal, seria ótimo para o Brasil equilibrar seuu orçamento negativo porque o Estado brasileiro se equilibraria, se tornaria menos burocrática em sua máquina Estatal, reduziria despesas com aluguel de prédios para abrigar tantos ministérios, reduzindo-os de 34 para 24 como a presidente prometeu fazê-lo. Com isso, também conseguiria extinguir milhares de cargos comissionados e controlaria melhor a galopante e exagerada “propinagem” que assustou até ao juiz federal Sérgio Moro, em recente palestra. Segundo o juiz federal que comanda e combate os desvios em diversos contratos da Petrobras, o pedido de propinas teria virando rotina no Serviço Público. Mas ninguém fala mais nisso como uma possível solução!
Do lado das empresas, o benefício do Imposto Único seria sentido com o desmonte de um “exército” de pessoas especializadas, só para pesquisar se alguma nova de imposto teria sido criada na calada da noite, reduziria os custos e o Brasil poderia voltar a ser produtivo, com equidade fiscal, ressalvados os benefícios constitucionais concedidos à Zona Franca de Manaus. Tudo se solveria, sendo possível, inclusive, extinguir o Imposto de Renda, que devolve bilhões aos contribuintes, porque todos já teriam pago antecipadamente os impostos e haveria a igualdade tributária entre todos, acabando com a guerra fiscal entre Estados, que tanto onera o custo final das empresas. Em qualquer tipo de transação que se fizesse de compra e venda ou outros serviços, se pagaria um Imposto Único, com um valor razoável. As grandes fortunas do Brasil, que não pagam impostos de 27,5% como os demais trabalhadores e que se sustentam pela miséria dos mais pobres, também passariam a se igualar e todos. Também, o Imposto Único, da Receita Federal poderia ser extinto e não necessitaria mais de tantos fiscais para multar empresas. Sonho? Utopia? Prefiro sonhar e ser utópico com os idiotas, do que ser um futurista irresponsável! Isso é plenamente possível! Aos membros das fraudadores e desviadores do dinheiro público, restaria alugar aviões e depositar o que foi conseguido ilicitamente, em paraísos fiscais. Tudo seria mais fácil, simples e menos burocrático!
Como tenho certeza que nem os dez ministérios e nem os cargos comissionados serão extintos no Governo de Dilma Rousseff, eu e J. Estanislau Filho, na troca de mensagens pelo facebook, concluímos que implantando uma cobrança do Imposto Único, sobre todos os momentos de qualquer transação financeira como ocorria com a CPFM, poderia reduzir toda a burocracia do Estado, que é um excepcional arrecadador, mas um péssimo distribuidor e melhoraria a eficiência e eficácia do Estado, das empresas privadas e a economia se desenvolveria, sem tantos sobressaltos. Segundo o escritor José Estanislau Filho, o fato de a saúde continuar um caos no Brasil não significaria que o projeto do ministro da Saúde no Governo de Fernando Henrique Cardoso, Adib Jatene, não fosse bom e também alteraria sua importância. “Ele foi um moderno mecanismo de combate à corrupção e sonegação fiscal e tributária!”, garantiu o escritor, que já trabalhou antes como tributarista.
Deixou algumas perguntas no ar, que não soube responder: “Por que eles têm medo de um imposto direto, que recai sobre quem gasta mais? Por que rejeitam um imposto que não pode ser sonegado? Por que não aceitam um imposto que retira recursos de quem ganha mais para financiar o mais democrático sistema de saúde pública do mundo?” Garantiu que o Brasil não é o país que cobra os maiores impostos do Mundo. A Finlândia cobra 50% dos contribuintes, mas os devolve em forma de bons e eficientes serviços públicos nas com a diferença é que a Finlândia retorna tudo em investimentos nas áreas de saúde, segurança, cultura, transportes e educação, o que foi confirmado por um amigo que passeou pelo país nórdico. No Brasil, arrecada muito e distribui mal e a carga tributária para 2006 está prevista chegar a 47%, com pouca ou quase nenhuma contrapartida governamental
Segundo o escritor o Sistema Único de Saúde será duramente afetado se não for encontrada outra fonte para financiá-la. “Desburocratizar e desmercantilizar é colocar na esfera pública o que hoje está no sistema mercantil. Transformar em direito o que é hoje uma mercadoria”, foi o que sugeriu o escritor, acrescentando que a carga tributária do Brasil é, sim, a mais alta da América do Sul.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
COMISSÃO PARA DESBUROCRATIZAR O BRASIL
Ao ver e ouvir, pela TV, o vice-presidente da República, Michel Temer, discursar para comissão de juristas, admitindo que o Brasil era um país muito burocrático, confesso que senti saudades do último Governo Militar, do general João Batista Figueiredo, que confessou gostar mais do cheiro de seus cavalos do que do povo que não o elegeu. Antes que alguém pense que desejo a volta da Ditadura, da Censura à Imprensa, do AI-5 e outras coisas iguais ou piores, como o extermínio da Guerrilha no Araguaia, no Pará, com muitas controvérsias, explico minha nostalgia momentânea!
Em Brasília, durante os sucessivos governos militares, dizia-se à boca pequena, que quando se pensava fazer alguma coisa, nomeava-se um grupo de trabalho; quando se queria fazer, editava-se um Decreto/Lei e quando não se queria fazer nada, criava-se uma Comissão de Trabalho para discutir o problema e, pelas posições divergentes, nunca chegava a um final. Durante o Governo militar, de Figueiredo criou o Ministério Extraordinário da Desburocratização e nomeou para comandá-lo, Hélio Beltrão. Havia muitas críticas, naquela época, contra a burocracia do Estado. Depois de muitos estudos feitos pelo Ministério Extraordinário da Desburocratização, o Congresso Nacional aprovou e o presidente sancionou a Lei que dispunha sobre prova documental, como declaração para fazer prova de vida, residência, pobreza, dependência econômica, homonimia ou bons antecedentes, quando “firmado pelo próprio interesse ou procurador. A lei 7.115, de 29 de agosto de 1993, sancionado no 162o Ano da Independência e 95o Ano da República, dizia que se a declaração fosse considerada falsa, o declarante sofreria às sanções civis, administrativas e criminais e seria de responsabilizado por tudo.
A Lei assinada por João Figueiredo, seus ministros da Justiça, Ibrahim Abi-Ackel e extraordinário da Desburocratização, Hélio Beltrão, nunca foi revogada. Contudo, sofreu tantas pressões dos donos de cartórios do Brasil. Na prática, a Lei tirava dos Cartórios a sua galinha dos ovos de ouro: as autenticações e reconhecimentos de firmas, porque nenhuma pessoa teria mais obrigada a que reconhecer assinaturas e pagar por isso. A Lei nunca chegou a entrar em vigor, totalmente e os donos de Cartórios venceram a luta e a burocracia documental continuou como antes. Se fossem feitas na frente um servidor público ele próprio teria um carimbo e reconheceria, as assinaturas por ter fé pública, sem precisar pagar as elevadas taxas de cartório. Seria suficiente a assinatura ocorrer na frente do servidor público, conferindo com o original da sua assinatura na Carteira de Identidade original. Afinal, não é diferente do que fazem nos cartórios que cobram por isso. A lei nunca foi revogada, ainda está em vigor. Mas reside esquecida em alguma das tantas “favelas”, existentes nas cidades satélites da capital federal ou esquecida na gaveta dos burocratas de Brasília. Agora volta-se a discutir tudo de novo, mas para quê?
Que o Brasil é um país burocrático demais, isso ninguém duvida. Essa burocracia excessiva do Estado brasileiro, é a porta de entrada para se vender facilidades em forma de propinas. Também é o início de qualquer processo de corrupção! Sei que as discussões não serão fáceis, embates existirão e lobbes também, mas o país não pode e nem deve continuar com tanta burocracia inútil, ao ponto de se ter que declarar prova de vida em cartório a órgãos públicos.
A vida em si, não seria uma prova de vida? Só bastaria o agente público conferir um documento com foto e estaria resolvido o problema. A Lei entrou em vigor no dia 30.08.1993 e nunca foi revogada. Apenas, esquecida e engavetada, mas ainda existe
Em Brasília, durante os sucessivos governos militares, dizia-se à boca pequena, que quando se pensava fazer alguma coisa, nomeava-se um grupo de trabalho; quando se queria fazer, editava-se um Decreto/Lei e quando não se queria fazer nada, criava-se uma Comissão de Trabalho para discutir o problema e, pelas posições divergentes, nunca chegava a um final. Durante o Governo militar, de Figueiredo criou o Ministério Extraordinário da Desburocratização e nomeou para comandá-lo, Hélio Beltrão. Havia muitas críticas, naquela época, contra a burocracia do Estado. Depois de muitos estudos feitos pelo Ministério Extraordinário da Desburocratização, o Congresso Nacional aprovou e o presidente sancionou a Lei que dispunha sobre prova documental, como declaração para fazer prova de vida, residência, pobreza, dependência econômica, homonimia ou bons antecedentes, quando “firmado pelo próprio interesse ou procurador. A lei 7.115, de 29 de agosto de 1993, sancionado no 162o Ano da Independência e 95o Ano da República, dizia que se a declaração fosse considerada falsa, o declarante sofreria às sanções civis, administrativas e criminais e seria de responsabilizado por tudo.
A Lei assinada por João Figueiredo, seus ministros da Justiça, Ibrahim Abi-Ackel e extraordinário da Desburocratização, Hélio Beltrão, nunca foi revogada. Contudo, sofreu tantas pressões dos donos de cartórios do Brasil. Na prática, a Lei tirava dos Cartórios a sua galinha dos ovos de ouro: as autenticações e reconhecimentos de firmas, porque nenhuma pessoa teria mais obrigada a que reconhecer assinaturas e pagar por isso. A Lei nunca chegou a entrar em vigor, totalmente e os donos de Cartórios venceram a luta e a burocracia documental continuou como antes. Se fossem feitas na frente um servidor público ele próprio teria um carimbo e reconheceria, as assinaturas por ter fé pública, sem precisar pagar as elevadas taxas de cartório. Seria suficiente a assinatura ocorrer na frente do servidor público, conferindo com o original da sua assinatura na Carteira de Identidade original. Afinal, não é diferente do que fazem nos cartórios que cobram por isso. A lei nunca foi revogada, ainda está em vigor. Mas reside esquecida em alguma das tantas “favelas”, existentes nas cidades satélites da capital federal ou esquecida na gaveta dos burocratas de Brasília. Agora volta-se a discutir tudo de novo, mas para quê?
Que o Brasil é um país burocrático demais, isso ninguém duvida. Essa burocracia excessiva do Estado brasileiro, é a porta de entrada para se vender facilidades em forma de propinas. Também é o início de qualquer processo de corrupção! Sei que as discussões não serão fáceis, embates existirão e lobbes também, mas o país não pode e nem deve continuar com tanta burocracia inútil, ao ponto de se ter que declarar prova de vida em cartório a órgãos públicos.
A vida em si, não seria uma prova de vida? Só bastaria o agente público conferir um documento com foto e estaria resolvido o problema. A Lei entrou em vigor no dia 30.08.1993 e nunca foi revogada. Apenas, esquecida e engavetada, mas ainda existe
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
MAIS DE MEIO SÉCULO....!
À Kaled Ahmed Hauache Junior
Mais de meio século de vida: 54!
Não estava triste; nem alegre!
Estava vivendo seus 54 anos de vida.
Vida sofrida, difícil é verdade...mas feliz!
Mais de meio século de vida:
Não sabia se chorava; ou se abria um sorriso.
Achou que tenhinha o direito de fazer tudo o que quisesse.
São cinquenta e quatro anos de vida!
A velhice lhe ensinou a serenidade responsável; a família firme,
A percepção aguçada, a firmeza do caráter, a honestidade como princípio de vida
E a retidão como conduta firme e determinada.
Não sabia se desabava no choro ou se abria um grande sorriso!
Não sei como terminar o meu poema também; portanto, só poderei dizer
“completou mais de meu meio século de vida!”
A maior lição que tirou dos meus 54 anos foi esta:
A vida começou aos 50!
E ponto final!
Assinar:
Comentários (Atom)