quinta-feira, 31 de março de 2016

E SE...”PELO CONJUNTO DA OBRA...”



         Aos leitores Graça Guerreiro, Célio Viana e Ronaldo Aleixo!

Não defendo partidos políticos ou pessoas específicas envolvidas na política. Muito menos defendo ou aceito atos de corrupção praticados por quaisquer agentes públicos. Defendo unicamente a democracia, a liberdade responsável de expressão porque sofri censuras em minhas criações jornalísticas no início da atividade profissional em A NOTÍCIA. Como escreveu o cronista Otto Lara Rezende, ao se defender e explicar sua postura de neutralidade “é possível divergir sem ódio, discordar com respeito. Pode-se até mesmo brigar com amizade”. É assim que faço com os companheiros virtuais Célio Viana e Ronaldo Aleixo e me orgulho de tê-los como amigos, embora Célio Viana discorde de mim quando escrevo que existem diferenças gritantes entre guerrilha urbana, guerrilha, escaramuça, guerra, golpe de Estado. Não aceito o radicalismo exagerado e até escrachado de seu grupo PAPO FRANCO e nem ele aceita minhas ponderações. Analiso, não ofendo ninguém e diz que “estou sempre em cima do muro”., como também diziam de Otto Lara Rezende. De vez em quando  tenho  divergências de opiniões ou pontos de vistas também, com o leitor Ronaldo Aleixo, pelo radicalismo mordaz, que usa em seu do grupo “Debates Políticas”, Mas nos entendemos democraticamente bem, apesar das brigas de vez em quando pelas redes sociais! Comecemos a crônica de hoje,..
...vai que “pelo conjunto da obra”, a OAB tivesse entrado com pedido de impeachment de Dilma Rousseff pelos 22 processos por crime de corrupção que tramitam contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB, além das cinco contas secretas na Suíça, que ele mantém e nega tê-las em bancos daquele país. E se “pelo conjunto da obra”, como anunciou o presidente do Conselho Federal da OAB, Claudio Lamancha, ao protocolizar na Câmara Federal um novo pedido de impeachment, a classe que representa os advogados do Brasil tivesse pedido, também, mais pressa no julgamento dos 18 processos contra o senador José Serra (PSDB) ou impedido o impeachment pelo fim do sigilo de 25 anos decretado pelo governador Geraldo Alchmin (PSDB)  nas contabilidades da Petrobras, Banco do Brasil e BNDES e ainda contra os outros  25 anos o governador paulista colocou as do Sistema Ferroviário paulista, após iniciadas as investigações pela Polícia Federal, que apontaram desvios de muitos milhões de dólares. O novo pedido da OAB, “pelo conjunto da obra” da OAB será analisado por uma comissão especial da Câmara Federal, formada por 68 deputados de vários partidos. 

Como instituição zelosa do direito, que apoiou ao Golpe Militar de 64 no Brasil, se pelo “conjunto da obra”, a presidente Dilma Rousseff poder ou não sofrer impeachment político por não ter comprado um apartamento no bairro mais nobre de Paris, como o fez o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Dividindo-se o valor do imóvel pelo rendimento vitalício que ex-presidente recebe depois que deixa o cargo, teria  FHCque ter presidido o Brasil por quase 300 anos, como é público e notório e já foi dito isso no Congresso Nacional! O que tentou fazer a presidente da República, Dilma Rousseff, “pelo conjunto da obra”? Nada mais do que nomear o ex-presidente com todos seus direitos políticos intactos Luiz Inácio Lula da Silva, cidadão brasileiro e com todos seus direitos políticos intactos  para ser  chefe da Casa Civil. Ou será que a OAB, pelo “conjunto da obra”, desconhece que esse é um  direito legítimo que todo presidente da República deve praticar no exercício de mandato. Fazê-lo, não; tentou, apenas. Mas a OAB, em seu pedido de perda de mandato da presidente Dilma Rousseff, juntou também...

..as graves  pedalada fiscais, que contrariam a Lei de Responsabilidade Fiscal...e o quê mais, mesmo? Ah, “o conjunto da obra”? Nada mais!, O Conselho Federal da OAB, presidido por juristas famosos como o amazonense do município do careiro, José Bernardo Cabral, ex-deputado federal e relator da Constituição do Brasil, Agora “pelo conjunto da obra”, ,muitos anos depois de relatada pelo jurista amazonense Bernardo Cabral e promulgada pelo deputado federal Ulisses Guimarães, do hoje fisiologista PMDB, o Conselho Federal da OAB é presidido por Claudio Lamancha, Nesse tempo. a sociedade mudou radicalmente para pior ou melhor em seus valores éticos, morais políticos e econômicos. A moda mudou, só o Conselho Federal da OAB não percebeu ou não quis perceber as mudanças e está, infelizmente servindo para desagregar o Brasil ou simplesmente promovendo o interesse de partidos contrários à democracia. Também pelo “conjunto da obra”, está aceitando sem pensar ou analisar juridicamente que nenhum outro “conjunto da obra”, praticou a presidente Dilma Rousseff. Está se deixando curvar apenas pelo clamor popular nas ruas exigindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Com todo respeito que à classe de advogados de mim merece, .a OAB deveria era sentir vergonha de ver que membros de seus quadros, exercendo seus legítimos direitos como advogados de defesa de seus constituintes, conseguirem em 48 horas, um “habeas corpus”, para um banqueiro que lesou o Sistema Financeiro do Brasil e também pelo “habeas corpus” concedido a um médico que dopava e, depois, estuprava suas clientes que queriam somente ser mãe. Hoje, 37 mulheres estupradas dentro de seu consultório estão processando o médico que, depois de receber o “habeas corpus”, fugiu com documentos falsos e foi residir no Líbano, sua segunda pátria. Pelo “conjunto da obra”, o senador Demóstenes Torres (DEM), também foi cassado por corrupção.   

Contudo, pelo “conjunto da obra”, o Conselho Federal da OAB deveria ter pedido a reforma de leis e dos códigos ultrapassados que regem sistema carcerário brasileiro e não ter apenas se dobrado aos clamores legítimos e ilegítimos das ruas ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, sem apontar um único caso de corrupção que ela esteja envolvida direta ou indiretamente. Mas o fez simplesmente pelo “conjunto da obra”, não apontado um fato específico contra a presidente, como o fazem todos os advogados quando defendem seus clientes nos Tribunais!”

“No conjunto da obra”, foi desastrado o comportamento da OAB, para não dizer coisa pior ainda. Pelo “conjunto da obra” não escreverei o que estou pensando sobre esse pedido. Entendo que o Conselho Federal da OAB, como todo o respeito que amigos advogados de mim merecem já se prestou a causas mais nobres, do que simplesmente agir pelo “conjunto da obra” sem apontar um único crime que tenha ferido alguma lei, exceto as pedaladas fiscais, que é grave, mas as contas da presidência ainda não foram analisadas nesse exercício.



quarta-feira, 30 de março de 2016

FUI & SOU...


...jornaleiro, engraxate, cascalheiro, vendedor de velas.

Sou...

...jornalista, assistente social,

(estudei muito, sempre em colégio  público)

Fui...

professor universitário
  
Sou...

teórico social, cronista e de vez em quando
poeta sem muito esmero e competência!

Vivo das lembranças do que fui e me orgulho de tê-lo sido!

Lembranças e orgulho me dão!

(memórias do que não sou mais)...

De tudo sinto profundo orgulho.

Sinto vergonha do meu Brasil,!

Meu país está vivendo sem ética, rumo, direção,
moral, e corruptos!
Quase um país à deriva, 
ao sabor do vento , tempestades,
com  rompimentos políticos  fisiologistas

e chantagens por cargos!

terça-feira, 29 de março de 2016

WALDOMIRO PÉRES LUSTOSA...E MUSTAFA SAID!



Tive o prazer de conviver, entrevistar e conhecer dois grandes empresários: Waldomiro Péres Lustosa, transportador de derivados de petróleo e Mustafa Said, presidente do Sindicato da Borracha e dono de vastos seringais.

Os dois tinham a simplicidade, humildade e caráter como marca do caráter empresarial de empreendedores, mas entre eles havia uma diferença: Mustaf Said depositava o dinheiro dentro um cofre em seu escritório, na Avenida Joaquim Nabuco, Waldomiro Péres Lustosa depositava o dinheiro que recebia transportando derivados em empurradores e balsas de petróleo pelos rios da Amazônia, da empresa Waldomiro P. Lustosa,  em bancos do Amazonas, principalmente no Banco do Estado do Amazonas, do qual chegou a ser presidente.

Como jornalista, quando ia visita-lo em seu escritório em uma casa antiga no primeiro quarteirão da  Rua Itamaracá, logo depois da antiga Loja 22 Paulista e antes da antiga Feira das Frutas que existia naquele local, subia uma escada e, à porta de vidro, lia uma lista de pessoas que ele não receberia. Entre elas, estavam jornalistas e gerente de banco. Depois que recebeu uma Comenda do Ministério da Marinha, caminhando com ele pela Avenida Sete de Setembro, que tinha seu trânsito no sentido centro bairro, lhe questionei porque não recebia jornalistas e estava me dando uma entrevista não gravada ou anotada.  Ele riu e disse: “porque sei que o que lhe digo, no dia seguinte, lerei a mesma coisa no jornal”.

Sobre gerente de banco que também não recebia: “Já viu gerente de banco procurar alguém que seja pobre. Eles parecem prostitutas: só procuram quem tem muito dinheiro. Do contrário, nem olham para você e o ignoram totalmente”. E Waldomiro P. Lustosa tinha muito dinheiro da empresa e dele pessoal,  ao ponto de ser um dos maiores acionistas individuais do antigo Banco do Estado do Amazonas, com mais de 40% das ações do banco. Cumpri a pauta, fiz a entrevista, só gravei na memória e redigi a matéria. No dia seguinte, Waldomiro Peres Lustosa telefonou para A NOTÍCIA, jornal em trabalhava e me parabenizou porque a entrevista que não gravara e nem anotara saíra como ele me dissera. Nessa época, o Ministro da Marinha que lhe concedera a nova comenda, era o  Almirante Maximiano da Fonseca

Sabem por que estou narrando a personalidade do empresário Waldomiro Peres Lustosa? Porque a historia dele se parece e se confunde muito com a história do fisiologista PMDB, presidido por Michel Temer, que nunca foi governo, mas sempre foi base de sustentação de todos os governos pós-redemocratização. O Partido PMDB se parece gerente de Banco: só fica de quem tem dinheiro  e prestígio.


Será que o presidente do partido Michel Temer também renunciará ao seu posto de vice-presidente da República e entregará o cargo também ou só os ministros do PMDB deixarão seus cargos no Governo, que está naufragando?

segunda-feira, 28 de março de 2016

ESTRANHOS INTERESSES...


Por interesses estranhos interesses eleitoreiros e de poder no futuro, dois políticos do Amazonas, trocaram de partido: Hissa Abraão e Silas Câmara.  Na década de 80, o deputado federal pelo MDB Joel Ferreira da Silva, campeão de votos pelo Estado combatendo o Governo Militar,  teria feito  um acordo com o governador José Lindoso, mudado de partido, disputado reeleição pela Arena e fragorosamente perdeu uma reeleição certa que teria pela oposição. Como se só isso ainda não lhe bastasse, ainda viu seu irmão juiz, parte do acordo, aparecer na lista tríplice por merecimento do Tribunal de Justiça não ser nomeado desembargador do Tribunal, como lhe prometera fazer o governador.

O governador José Lindoso, não honrara seu compromisso de nomear desembargador o juiz Joel Ferreira da Silva, irmão do deputado federal Joel Ferreira da Silva,  Um campeão de votos pelo MDB ficar sem mandato era uma coisa inimaginável na época, porque os eleitores tinham a clara e perfeita noção do que era situação e oposição. Hoje, isso acabou, não existe mais e os partidos são todos juntos e misturados. Fica clara apenas uma coisa: o PT junto com uma coligação de partidos e o fisiologista PMDB, que ameaça deixar sua base de sustentação do Governo, administra o Brasil. Como ficará o vice-presidente da República Michel Temer se o PMDB deixar o Governo, renunciará e entregará seu cargo de vice-presidente, também, ou uma coisa não teria nada a ver com a outra? Ou só os Ministros entregarão seus cargos e deixarão a base do Governo Federal?

No caso do Amazonas,  o governador nomeara o juiz Gaspar Catunda de Souza, da 7ª Vara em vez de Daniel Ferreira da Silva, da 5ª Vara, que aparecera na lista tríplice por merecimento, preferindo nomear como  desembargador o juiz G. Catunda de Souza. O juiz Daniel Ferreira Silva fora nomeado desembargador mais tarde, em outro governo. Contudo, a história política do Estado registra também outras derrotas políticas, por mudança de partido, como o do radialista da Rádio Rio Mar, Erasmo Amazonas, Lupércio Ramos, apresentador de programa de variedades na TV, todos muito bem votados. Em relação ao radialista Erasmo Amazonas, foi campeão de votos na eleição para a Assembleia Legislativa do Estado e Lupércio Ramos era bem votado para deputado estadual e decidiu sair para deputado federal.  Ficou como primeiro suplente e ao assumir o mandato, no seu primeiro dia de mandato, mudou de partido e nunca mais voltou à cena política do Estado, embora tenha tentado em outros momentos. Erasmo Amazonas desistiu da política, deixou a rádio e mora no bairro de Educandos com a família.

As novas mudanças de partido, por questões de poder, provam a total inexistência de ideologia muito menos de seriedade com os eleitores ou identificação partidária. Com raras exceções, os políticos que se acham donos de seus mandatos, os exercem em benefício e interesses próprios, mudam de partido no momento que querem. A ideologia do passado que deixou  sem mandatos Joel Ferreira da Silva, Erasmo Amazonas e Lupércio Ramos, de existir, deveria deixar sem mandato também os deputados federais Hissa Abraão, eleito pelo PPS e Silas Câmara , eleito pelo PSD. Na política do Brasil atual é tudo é junto e misturado e a única meta é chegar ao poder a qualquer preço e se perpetuar nele. Pouco importa os eleitores e os compromissos que fizeram.



Na luta pelo voto do eleitor, o que menos importa são os eleitores! A meta é o poder a qualquer preço.  É muita demagogia se mudar de partido só para disputar uma eleição
para a Prefeitura de Manaus! Basta, o eleitor não é palhaço e também exige respeito!

quarta-feira, 23 de março de 2016

OPERAÇÃO LAVA JATO x OPERAÇÃO MÃOS LIMPA


Nos últimos dias, nada escrevi sobre política,  Desejava um cenário mais claro e com menos fedor de podridão nas águas da corrupção da “Operação Lava Jato”, muito parecida e até comparada a “Operação Mãos Limpa”, na Itália. Lá como cá, as operações  abalaram a economia e, na Itália mudou o seu cenário político, com a extinção de alguns partidos políticos e a prisão de muitos corruptos. No Brasil, poderá ocorrer o mesmo ao fim das investigações da “Operação Lava Jato”, porque não sobrará pedra sobre pedra na política.

Não será, porém, podando um galho que se salvará toda uma árvore, um partido ou um país. Será tratando da raiz que se salvará tudo.: A raiz somos todos nós, a sociedade que se tornou individualista, menos solidária, mais corrupta em pequenas atitudes como não respeitando nada a menos que seja fiscalizado por câmeras ou que tenha uma pessoa física dizendo o que pode e não pode ser feito. Mesmo com avisos, pedidos, orientações, proibições, quase ninguém respeita nada. É a lógica, “se tem norma e regra, elas são para ser quebradas”. Isso ocorre em pequenos condomínios, imagine em um vasto e complexo país como o Brasil. A sociedade corrompe políticos, pessoas e partido; Vai da simples doação de dinheiro como agrado em troca de solução de interesse pessoal à milhões desviados de cofres públicos para partidos políticos

O Blog de Motta Araújo, (http://jornalggn.com.br/noticia/o-desastre-politico-e-economico-da-operacao-maos-limpas-por-motta-araujo)  escrevendo sobre a “Operação Mãos Limpa”, garante que na Itália, também houve uma profunda crise econômica como a que vive o Brasil, com as investigações da “Operação Lava Jato”. Garante que depois da limpeza moral, ética e política realizada por procuradores de Justiça Italiana, Silvio Belusconi, um ex-cantor de navios e milionário da TV, ficou no poder de 1994 a 2011. Contudo, teria sido, “o mais corrupto que os antigos corruptos” que venceu seguidas eleições. Não tinha adversários.  Estavam todos presos ou exilados pela “Operação Mãos Limpa”, que custou a vida de vários investigadores, mas não teria acabado com a corrupção. Belusconi teria criada uma nova corrupção, com outros “personagens mais rapinantes do que os antigos”.

Com a descoberta de um núcleo de contabilidade paralela dentro da Construtora Odebrecht, a prisão da contadora, a revelação de todos os códigos secretos usados para beneficiar políticos e partidos políticos que exercem ou já exerceram a presidência da República antes, a decisão do seu proprietário preso Marcelo Odebrecht se fazer “em definitivo” tudo o que ele tinha negando que soubesse, mudou radicalmente os rumos da política brasileira. O juiz federal Sérgio Moro comparou sua atuação à da operação Mãos Limpas, investigação judicial de grande envergadura na Itália, realizada na Itália. A prisão da contadora, a revelação dos códigos secretos ao lado de nomes de políticos e de partidos políticos que está ou estiveram no poder nos últimos anos os ataques do ex-presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva, em seus contra membros do poder judiciário, o cenário da política mudou e decidi escrever essa análise que pretendo ser isenta e técnica.

A operação “Maos Limpas” ou “Mani Pulite”, foi uma investigação judicial de grande envergadura na Itália. Teve início na cidade de Milão visando esclarecer casos de corrupção durante a década de 1980. Na sequência, ocorreu o Escândalo do Banco Ambrosiano em 1982, que implicava a Máfia e também a Loja Maçônica P2. O Banco Ambrosiano pertence ao Vaticano. A investigação da operação mãos limpa começou quando Vlatimir Rukovsky, levou para a Itália, os chamados “Arquivos de Moscou”, com provas de que toda a imprensa social democrata da Europa tinha sido financiada pela KGB, durante a década de 80. A operação “Lava Jato” começou em um posto de gasolina em Brasília. No início, os “Arquivos de Moscou” não estavam despertando interesse.  Havia uma recusa generalizada movida pelo pretexto de que não se deveria reabrir “velhas feridas”. O assunto sobre a guerra fria já era um assunto superado.  Depois, os jornais passaram a dar atenção aos documentos de Burovsky e suas graves implicações políticas. Nas investigações, foi descoberto que Partido Comunista Italiano havia recebido pelo menos quatro milhões de dólares da KGB. O site (thttps://pt.wikipedia.org/wiki/Opera%C3%A7%C3%A3o_M%C3%A3os_Limpas) garante que parlamento italiano foi pressionado pela opinião pública a realizar uma devassa fiscal em todo o Partido Comunista Italiano.

De acordo com o mesmo site, a operação “Mãos Limpa”, que durou vários anos e alterou a correlação de forças na disputa política da Itália, reduzindo o poder de partidos que haviam dominado o cenário político do país. “Todos os quatro partidos no Governo em 1992 – a Democracia Cristã, o Partido Socialista Italiano, O Partido Social Democracia Italiano, O Partido Liberal Italiano, desapareceram do cenário político”, garante o site.Será que o mesmo acontecerá no Brasil, e teria sido por isso que o juiz Sérgio Moro comparou seu trabalho na Operação Lava Jato, à Operação Mãos Limpa, da Itália?


As duas Operações estão muito parecidas, porque quando mais desdobramento ocorre na operação Lava Jato, mais podridão se descobre nos bastidores da podre política nacional e a podridão começa a feder e causar náuseas! Como escreveu a professora Janete Félix, tudo o que é trágico demais, vira comédia!

terça-feira, 22 de março de 2016

ROTINA...


Os periquitos voam, cantam e.
solitário, tomo remédios para viver!

Depois; mais remédios e vivendo
a hipocrisia da vida:
(matando bactérias que não morrem e vivendo! )

Mas, sei: só prolongo o inevitável 
encontro com a morte corpórea!

Mais remédios:
Não ouço mais canto dos periquitos. 
Nem os vejo voando...

Será que morreram ou eu, estou morto?
(ainda que vivo pareça estar!)





segunda-feira, 21 de março de 2016

POESIA DOS POROS! (21/03-Dia Mundial da Poesia) (Yara Queiroz)


(Jorge Tufic, Efraim Amazonas, Roberto Lopes, Fred Caju, Ana Bailune, Ierecê Monteiro, Luíza Bessa Lima, Aldeiza Maria e a todos os poetas do Brasil e do mundo que respiram e transpiram a poesia pelos poros!) 


Todos nascem poeta; mas, nem todos o são!
(uns aperfeiçoam; outros, não!)

A poesia surge na mente!
Os poetas deixam que as poesias invadam seus corações,
permitam que naveguem em suas veias, 
(como se fosse sangue da vida)
e as expelem pelos poros umedecidos de sensibilidade!
(inundam o mundo de poesia/poro!)

não é para ser entendida, 
Interpretada ou decifrada, a poesia!
(vivida e sentida, apenas.)

A verdadeira poesia invade
os poros que se arrepiam!

Reconhecimento todos poetas 
que se dedicam à arte da poesia!
(são muitos; não os nominarei!)

(Quanto a mim, “poeteio” de vez em quando,
(quando me falta em mim inspiração para escrever crônica!)