terça-feira, 8 de maio de 2018

INSS CONCEDE "BOLSA CORNO"


Divulgado primeiramente pela rede social GSHOWPLAY, como “homem ganha o direito de receber auxilio doença do INSS por ser corno” compartilhado no grupo de ZAP MANAUS 24 HORAS, pelo leitor TOINHO SAUD. O compartilhamento mereceu comentário da leitora Marijane Alves: “pow desculpas aí, mas essa eu vou sorrir kkkkkkkkkk é cada uma. Chegando cansada do trabalho eu vejo essas notícias”. O caso teria ocorrido no município paraense de Marabá/PA, no sul do Estado.

Amarildo Ferreira Cavalcante, de 48 anos “teria o direito de receber auxilio-doença de 1229,00 por mês do INSS por tempo indeterminado ter sido corno mais de 800 vezes”. Alegou que não podia sair na rua para trabalhar porque era chamado de corno. A esposa de Amarildo nega tudo e garante que ele bebe muito e no dia seguinte esquece de tudo. Garantiu que não passava de coisa da cabeça dele. Junto com o texto do Gshow, porém, veio a prova da concessão do benefício concedido pelo INSS.

Em carta do INSS, dirigida a AMARILDO, datada do dia 4 de março de 2018, lê-se com clareza, tinha o seguinte teor:

Prezado Amarildo, em resposta à sua solicitação temos a informar que:
No momento, requerimento de auxilio-doença, conforme consta nos autos da ação em epigrafo, sua solicitação FOI DEFERIDA (Possui Deficiência Física/Mental/Corno, sofre problemas mentais humilhação e impossibilidade de trabalho).
A previdência social dispõe para consulta o resultado da revisão do inciso II da Lei 8.231/91, conhecida concessão deste auxilio. Para dar andamento ao benefício em referência solicitamos seu comparecimento em   nossas agencias das 08:00 às 15;00 horas, a fim de dar continuidade a concessão de seu benefício. A concessão desse benefício publicado pelo Gshow causou revolta entre segurados que tiveram benefícios negados e um dos segurados do INSS Cafuringa ironizou o Brasil e disse “nunca vai sair do buraco”.

O escritor brasileiro Daniel Buarque que vive em Londres e colabora em vários jornais, e em vários outros autores, garantem que a frase “O Brasil não é um país sério” foi pronunciada originalmente pelo diplomata brasileiro Carlos Alves de Souza Filho, do Governo Arthur Bernardes e se referia à Guerra da Lagosta. Contudo a frase Le Brésil n’est pas un pays serieux”“O Brasil não é um país sério” foi atribuída à Charles de Gaulle, ex-presidente da França, na boca de quem ficou famosa;

segunda-feira, 7 de maio de 2018

A EDUCAÇÃO QUE QUEREMOS!


O maior medo de um político corrupto não é um adversário endinheirado: ê um povo esclarecido (ANTONIO COSTTA). Esse pensamento, foi postado por um leitor no grupo ESCRITOR CARLOS COSTA e remeteu-me a uma profunda reflexão sobre a Educação que estamos tendo exclusiva, quantificadora, exatamente do que teve para o Brasil até agora. Queremos uma Educação inclusiva, agregaste e qualificadora, como vem sendo cobrada no quadro da Rede Globo "O Brasil que eu quero"!


Nem a reforma curricular no sistema da LDB -Lei de Diretrizes e Bases da Educação - que tentará integrar os currículos todos em um só, parece que ainda não deu totalmente certo. A reforma curricular ainda é recente. Se dará ou não, ainda não tenho opinião formada sobre ela, mas tudo poderá acontecer. Precisamos rever a quantidade de alunos em sala. Cheguei a ter em Faculdade particular turmas com mais de 60 alunos espremidos em uma sala. A qualidade é prejudicada e a desqualificação profissional é diplomada.

Há uma grande diferença entre a educação que temos e a que queremos ter; um processo educacional qualitativo, inclusivo e não meramente econômico.

A Educação, apenas medida pela modalidade quantificadora, também foi transformada em mercadoria supérflua, superficial, subliminar e vantajosa para os empresários.

A Educação que queremos ter no Brasil deve ser inclusiva e não exclusiva e, sim, quantificados seus processos avaliativos por métodos qualitativos e não quantitativos impostos por cotas raciais!


sábado, 5 de maio de 2018

O BRASIL DEVERIA FICAR NA SUÉCIA!




O leitor José Roberto me surpreendeu com a postagem no grupo CARLOS COSTA 5 que um deputado na Suécia recebe menos que um professor e confirmei com fontes políticas e com o livro “UM PAÍS SEM EXCELÊNCIAS E MORDOMIAS “da escritora Cláudia, Wallin. Os parlamentares da Suécia andam de ônibus, pedalam suas bicicletas, lavam se passam as roupas, a garante "excesso de assessores, de verbas indenizatórias, de custos indiretos, mais a corrupção praticada pelos congressistas" o que também foi confirmado pelo advogado e deputado estadual Luiz Castro. Esses “penduticalhos” tornam o parlamento do Brasil um dos mais caro do mundo! "Isso infelizmente também aconteceu no Poder Judiciário" acrescentou deputado estadual Luiz Castro que em 2018 será candidato ao Senado.

No final do livro analisado o sistema político e Público da Suécia, Claudia Wallin dedica o um dos capítulos da sua excelente e histórica obra para faz uma análise sobre os deputados federais e senadores, garantindo “que na década de 80, recebia em torno de 33 salários mínimos e. pagavam tudo. Hoje, o salário de um deputado estadual chega a R$ 25.300 com base no que paga a ALE paulista, mas também   têm direito a uma verba mensal (o chamado “cotão”), que pode superar R$ 30 mil, para custeio de gastos de alimentação, transporte, passagens aéreas e despesas de escritório, que pode ser legal, mas imoral também, passando  da casa dos bilhões de reais para todas as ALEs dos Estados, sem contar com valores desviados por prefeitos, governadores através de licitações viciadas ou de "cartas marcadas", quando já se sabe  antecipadamente qual será empresa vencedora dando tempo para os administradores do dinheiro público dos, principalmente prefeitos desonestos montagem os "esquemas"  usando a LEI 8666/83, como supostamente fizeram  o ex-presidente por dois mandatos consecutivos, Luiz Inácio Lula da Silva,  hoje preso na “República de Curitiba”, como se referiu pejorativa e ironicamente  ao trabalho do juiz federal Sergio Moro, do Paraná  e todos os demais  presos e condenados na “Operação Lava Jato”, além de prefeitos corruptos flagrados desviando verbas do FUNDEB , por exemplo 
"Guy Mettan, deputado e ex-presidente do Parlamento de Genebra, chega à sede do Poder Legislativo do cantão suíço em sua bicicleta. Não tem carro oficial ou uma vaga reservada apenas para ele diante do prédio histórico no centro da cidade." Contudo, na Suécia, Mettan confessa que vai ao trabalho com um motorista – o que conduz o ônibus público da cidade. Deputado por 18 anos consecutivos, ele levou a reportagem aos corredores do Parlamento do Cantão, conhecido por Grand Conseil. Em uma das mais ricas do mundo, com uma taxa de desemprego de 5,3%, é um dos pilares de um sistema financeiro que guarda em seus cofres trilhões de dólares.  Genebra, de forma insistente, entra em todas as listas das cidades mais caras do mundo há anos. Mas, para não atrapalhar o emprego dos cem representantes do povo e não beneficiários do povo como no Brasil. Não apenas o deputado ordinário não conta com um carro oficial, mas tampouco é beneficiado por qualquer tipo de transporte. Apenas uma exceção é feita ao presidente do Parlamento que, caso esteja indo a um evento oficial, tem o direito de usar um veículo oficial. Mas apenas se ele for à reunião na condição de presidente da Câmara e não a título pessoal.
O auxílio-moradia não faz parte dos benefícios. Ao final de quatro anos de mandato, os deputados não ganham uma aposentadoria. Durante anos no “poder”, não podem contratar parentes e ganham um voucher para fazer duas refeições por mês. Cada uma delas de 40 francos suíços (R$ 137,00). “Dá para uma pizza e um copo de vinho”, brinca Mettan. Na melhor das hipóteses, um deputado em Genebra vai somar um salário anual de 50 mil francos suíços (o equivalente a R$ 172 mil), cerca de 4,1 mil francos por mês. Isso se ele for o presidente do Parlamento e comparecer a todas às sessões. O cálculo de quanto Mettan e todos os demais recebem a cada mês é feito por hora. “Se você vem, você recebe. Se não, não recebe”, disse o deputado, que conta que precisa assinar com seu próprio punho uma lista de presença a cada reunião. Transformado em reais, o valor pode até parecer elevado. Mas, hoje, o pagamento ao presidente do Parlamento de Genebra é inferior à média de um salário de um fabricante de queijo, menor que a renda de um mecânico de carros na Suíça, de uma secretária, de um policial, de um carpinteiro, de uma professora de jardim de infância, de um metalúrgico e de um motorista de caminhão. Ele, porém, é equivalente ao salário médio de um açougueiro da cidade alpina. Para um deputado “ordinário”, o salário é muito inferior ao do presidente do Parlamento. Por ano, eles chegam a receber cerca de 30 mil francos suíços, o equivalente ao pagamento médio atribuído a um artista de circo ou a um ajudante de cozinha, postos ocupados em grande parte por imigrantes. Também na Suíça, a leitora do grupo de zap CARLOS COSTA 5 Maria Hirschi confirmou que no país dela também político não é profissão e não existem herdeiros políticos.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

O FIM DO FORO PRIVILEGIADO...

Em discussão desde 2006, com 2 pedidos de vistas dos ministros, o Foro Privilegiado acabou e não valerá mais para manter imunidades e foro especial para juízes, desembargadores, promotores e todos os outros cargos. Todos os processos serão remetidos a 1" instancia da Justiça Federal, que talvez não suporte receber e julgar os mais de 500 processos contra as autoridades se tinham “impunidades privilegiadas” porque detinham postos oficiais e mantinham o privilégio.

Proclamado o resultado pela ministra presidente, Carmem Lucia, ao fim do julgamento, o ministro Luiz Roberto Barroso, sobre o fim do foro privilegiado a prisão para todos os condenados em colegiado de 2ª era o “fim da impunidade dizendo como se pronunciou Armstrong – que “era pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade"  como se pronunciara que estava dando  ao pisar pela primeira no solo lunar, disse que a prisão do condenado após julgamento em segunda instância e o fim do foro privilegiado, decididas pelo STF representaria o fim da impunidade no Brasil, como sempre defendeu o advogado e político amazonense Francisco Guedes de Queiroz, que dizia que   o foro só deveria valer para o exercício do mandato ou em função dos desdobramentos dele.


Imediatamente, a OAB elogiou reconhecendo que o fim do foro privilegiado tinha sido mesmo um avanço no sentido de acabar com a impunidade no Brasil, mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reagiu e prometeu apresentar uma PEC para manter o Foro Privilegiado para presidente da Câmara, Senado, e presidente da República. Mas devido ser a PEC e por força constitucional, não poderá ser votada enquanto durar a intervenção na segurança pública do RJ. Foro Privilegiado acabou, mas alguma.

As Constituições dos Estados, com políticos dominados pelos governadores que ocupam os cargos, não importa a que partido pertençam, porém, ainda continuam com seus próprios meios de julgamento, mas deverão também se adaptar ao que decidiram os Ministros do STF.


Ou não?

quinta-feira, 3 de maio de 2018

BOM EXEMPLO DA MILENEAR CULTURA JAPONESA (WELLINGTON0



“Treine enquanto eles dormem, estude enquanto eles se divertem, persista enquanto eles descansam, e então, viva o que eles sonham" (proverbio Japonês) ”

O pensamento foi postado por Wellington, no grupo de zap "Amigos Felizes É Assim" e me remeteu à da milenar disciplina da cultura japonesa em busca da perfeição, até quando não faz parte de sua obrigação deles, pelo simples prazer de praticar uma coisa rara, hoje, no Brasil, mergulhado até o pescoço em denúncias de escândalos de corrupção, envolvendo órgãos públicos ou privados.

Os japoneses deram um show de educação, civilidade e, principalmente de cidadania coletiva que raramente se pratica na sociedade dita coletiva, mas que estaciona automóveis demarcadas para idosos, usuários de cadeira de rodas “rapidinho” para ir ao banco, apenas como exemplo. Tem mais coisas que o brasileiro faz de forma errada também, não sabendo que, sempre quando termina meu direito, começa o dos outros.

Continuará por muito tempo na minha memória a cena dos japoneses limpando toda a sujeira deixada em campo em um dos jogos do Japão, mesmo com a seleção japonesa perdendo de 2X1 para a seleção da Costa do Marfim, na abertura da Copa do Mundo no Brasil, vencido pela Alemanha, com goleada histórica sobre a Seleção Brasileira por 7 X 1.

Os japoneses deram o mesmo e elogiável exemplo, recolhendo todo o lido deixado pelos torcedores mal-educados e porcalhões em todos os estádios onde os jogos foram realizados.

Os japoneses transformaram em ação concreta o Brasil que queremos para o futuro do Brasil, segundo os vídeos mostrados pela rede Globo para 2018: respeito, investimentos em diversas e diferentes áreas e, principalmente, Cidadania, que o falta ao eleitor brasileiro.

Só pode se cobrar dos congressistas e administradores públicos e privados, aquilo que também se pratica no dia-a-dia!  

Definitivamente, salvo exceções individuais o brasileiro não pratica o que cobra!

quarta-feira, 2 de maio de 2018

“ME DIZES COM QUEM ANDAS E TE DIREI QUEM TU ÉS"


Esse antigo ditado popular, parece que foi o utilizado pela Polícia para prender e apreender várias pessoas em um sítio no RJ, durante baile promovido por milicianos. “Então.  somos todos milicianos" disse o pai de um dos presos na operação entrevistado ao JORNAL HOJE, apresentado pela rede Globo. De certa forma, pelo prisma explicado e justificado, a população do RJ é quase toda refém de milicianos, mas temos que analisar os prós e os contras da declaração.

Com a total ausência de seus serviços básicos essenciais do Estado de Bem-Estar Social capaz de oferecer dignidade à vida humana, oferecidos constitucionalmente pelo Estado, o que o Estado paralelo foi ganhando ocupando a lacuna deixada pelo espaço vazio deixado pelo dito Estado Social e hoje o entrevistado tem razão: “a população dos morros cariocas, são reféns dos milicianos mesmo!” Os milicianos ficaram mais fortes enquanto o Estado foi ficando mais fraco e incapaz de ocupar o espaço legal ao ponto de nem a intervenção federal na Segurança Pública do RJ não tenha dado certo, aparentemente.

O Estado Social tem que andar de mãos dadas com logo a intervenção federal. Caso contrário, vai perder seu objeto.  Os milicianos passaram a oferecer os serviços de entrega elétrica, de gás encanado, água e de TV a cabo e, ainda controlam os serviços de VANS.

Por que o Estado não assume o serviço ao menos dos serviços de TV à cabo à população, pagando com os impostos que recebe, ou, então, por que não cri, implanta, controla e custeia todo o tratamento de uma PENA SOCIAL para recuperar todos os dependentes químicos que superlotam as prisões do Brasil? Tenho convicção que a PENA SOCIAL com tratamento químico pata todos, o “investimento” sairia mais barato que construir novos presídios, reformatórios e investir dinheiro em reformá-los.

Hoje, todos os presídios no Brasil não passam de depósitos de seres humanos, disfarçados com o pomposo nome de Centros de Ressocialização, mas não recuperam mais do 20% dos detentos!




terça-feira, 1 de maio de 2018

CULTURA DA APARÊNCIA...(TOINHO SAUD)



"Vivemos em plena cultura da aparência:
o contrato de casamento
importa mais que o amor
o funeral vale mais do que o morto
as roupas mais do que o corpo DEUS (Eduardo Galeano)".


Esse pensamento postado por Toinho Saud (grupo ZAP MANAUS 24 HORAS) remeteu-me ao ano de 90, quando tomei a decisão de â época de fazer meu segundo curso universitário, o de Serviço Social na UFAM. Lembrei-me também da professora Terezinha Praia funcionaria aposentada do INSS, hoje, aposentada também da UFAM e morando em Fortaleza, prometeu e me presentou com a "A MEMÓRIA DO FOGO," após comentar em sala que tinha lido e gostado muito da obra dele "A VEIA ABERTA DA AMERICA LATINA", por ser excessivamente crítica in relação à realidade vivida em todos os países da América Latina, que vivia sob regime de Ditadura Militar, inclusive o Brasil. Até era “rato de bibl1ioteca: lia muito”, como se dizia a todos que tinham compulsão pelo prazeroso hábito de ler de tudo. Depois do coma, de 10 dias no Hospital Santa Julia, resultado da terceira cirurgia, em   ainda me lembro bem da professora.

Era inteligente, dominava a matéria e lhe propus escrevermos um livro sobre temas de Serviço Social. Ela era esguia, elegante e educada e sabendo do que ia falar sem abrir um livro, que falaria sobre a matéria, aos alunos sobre a matéria. Idosa, aposentada de tudo, reside em outro Estado, na terra de José de Alencar, “de o bairro mais distante de Manaus”, tantos eram os amazonenses que depois de se aposentarem decidiam mudar-se “de mala e cuia”, como se dizia no passado, como me confirmou o economista, leitor, político e ex-suplente do falecido senador Jefferson Péres.


Dos livros que foram publicados, citei uma frase sobre a fome em minha obra cientifica na área do Serviço Social "A CIDADANIA COMO FATOR DE RESGATE SOCIAL", alisando os resultados alcançados pelo SEST/SENAT na recuperação de menores vulneráveis e dependentes químicos, com resultados positivos, respeitando-os em seus mundos próprios. Comentei em sala, na aula da professora Terezinha Praia e ela me disse que ao final da aula dela me daria a coleção de três livros "A MEMÓRIA DO FOGO", que tinha em casa. Em diversas e diferentes resenhas da obra “A VEIA ABERTA DA AMÉRICA LATINA”, informa que "essa é uma das grandes obras clássicas da literatura latino-americana" e recomenda-a como "leitura imperdível para aqueles que gostam, querem ou precisam entender a História da América Latina”. Prometeu e cumpriu.

Recebi emocionado o presente e os li todos três volumes - “O Nascimento”, e dois volumes sobre “As Caras e As Máscaras” da obra, narra as histórias da história da América Latina, através, da origem do fogo entre as diferentes etnias dialetos indígenas. Infelizmente, não tem data nos três volumes que recebi como presente da professora.  Depois das 11 cirurgias de 2006/2009 no cérebro, coma de 10 dias, perda total de memória por 45 dias, seguidas convulsões, tudo agora estabilizado, só lembro que conclui em 95 o curso e quatro anos depois me submeti a pós em Docência de Terceiro Grau. Realizei o sonho de ser professor universitário de várias disciplinas e lembrei-me da professora Terezinha Praia, pela capacidade que tinha de dizer tudo sem abrir um livro. Lancei duas obras do curso, uma delas citada na tese de doutorado da psicóloga e assistente social Cléria Bueno, defendida na Espanha – AVES RARAS NA PROFISSÃO: O PSICÓLOGO E O ASSISTENTE SOCIAL NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL - em várias obras de outros teóricos. O livro científico mais divulgado nas universidades -O CAMINHO NÃO PERCORRIDO – A TRAJETÓRIA DOS ASSISTENTES SOCIAIS MASCULINOS EM MANAUS” - está esgotado em 2ª Edição (EDIFAM, 2003), da orientadora da pesquisa e hoje doutora Iraíldes Caldas.