segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

AH, APOSENTADOS, POBRES E DESVALIDOS APOSENTADOS!


A falta de critérios técnicos para a concessão de benefícios previdenciários, aliado à falta de uma política perene e confiável no reajuste do que recebem os aposentados, estão empurrando para um nível perigoso e preocupante esses bravos brasileiros que quando, se aposentavam recebiam 2, 3 ou até mais valores em salários mínimos e agora passam a contar seus míseros trocados e, se quiserem, que entrem na Justiça para reaver as perdas salariais de seus benefícios previdenciários. Isso é um horror!

Enquanto uma larga parcela entra na faixa de consumo, através de Programas Governamentais como o Bolsa Família e outras políticas  de distribuição de renda, os aposentados estão sendo excluídos dessa mesma classe em razão dos reajustes de suas aposentadorias, benefícios e outros proventos nunca acompanham os mesmos índices de reajustes por exemplo, para o salário mínimo, com ganho reais.

A solução desse problema parece estar exatamente na permanência do  fator previdenciário, que sempre joga para baixo os valores de aposentadorias e que de há muito já deveria ter sido abolido e estabelecida uma política séria e confiável como a que foi feita para o salário mínimo com a reposição da inflação e mais ganhos reais. Não uma que mude todos os anos, a bem de quem estiver no Poder. Entendo que esse assunto já deveria ser cláusula pétrea da Constituição e não ficar sendo definido a cada ano, a cada governo como se os aposentados fossem pessoas invisíveis e caminhassem anônimos no meio da multidão!

Será que os aposentados devem continuar sendo tão discriminados desse modo? Será que eles já não contribuíram tanto quanto os outros também contribuirão? Ou será que ou aposentados se transformaram em lixos descartáveis que não servem mais nem para ser reciclados? E os salários deputados e senadores, que são reajustados ao bel prazer deles? E o que dizer das gratificações de gabinete, dos auxílios paletó, de deslocamentos, de moradia mesmo para os que se elegem na Capital da República? E o que dizer das fraudes que continuam acontecendo contra a Previdência Social, porque não coíbem as fraudes e documentos que deveriam ser públicos são negociados no centro de São Paulo, em plena luz do dia!

Será que os deputados federais são tão diferentes dos aposentados, pobres velhinhos e que enxergam os valores de seus benefícios se destinarem ao ralo da podridão do poder?

Os programas partidários estão sempre em defesa dos aposentados mais na prática mesmo, nenhum partido até agora faz nada de concreto, em termos práticos. Nenhum partido político apresentou um único projeto sério e confiável estabelecendo critérios para os reajustes para os aposentados, equiparando-o ao salário mínimo que além de receber toda a inflação, ainda recebe de presente reposição real de salário!

Isso é terrível, massacrante e desesperador para a classe de aposentados e pensionistas da Previdência Social, que sempre vê impotente o achatamento do valor inicial de seus benefícios e aposentadorias!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Novas configuracões

Olá,
Devido a comunicacão de uma leitora do blog, nos retiramos, a verificacão de palavras no blog, e também, nos adicionamos, uma opcão anonimo, que não é preciso, uma conta no google, e nos demais endereços, como WordPress.

sábado, 7 de janeiro de 2012

A "NAVE LOUCA" DE BIAL E A "NAVE REAL" DA VIDA SOCIAL



Há duas “naves”: a “louca”, inventada por Pedro Bial e a da “vida real social”, esta que nos cobra um elevado preço para que nela possamos viver! E nem por isso, ganhamos um milhão de reais eliminando e ou sendo eliminados! Mas apenas, vivendo!

Primeiro, é preço do “besteirol do Bial”, apresentando as baixarias explicitas na TV em horário nobre incentivando aos incautos para “dar uma espiadinha”.

O segundo preço é o que pagamos pela compra das passagens aéreas cheias de impostos, embarcando em péssimos aviões, esperando em aeroportos ineficientes, se pretendemos viver na “nave real” da vida diária.

Além disso, se pretendemos continuar na “nave real da vida” teremos que seguir enfrentando pesados impostos em cascata, corrupção nos Ministérios, desvios de verbas públicas da merenda escolar, da segurança, habitação, outros programas sociais, enfim!

Essa nave é a que conhecemos e vivemos todos os dias, verdadeiramente. Não é a imaginária, ilusória e depravada nave gestada na mente de marqueteiros de plantão e transmitida diariamente pelo apresentador Pedro Bial, incentivando à população “a dar uma espiadinha”(espiadela, é o correto), tornando, em suma, o telespectador em voyer  das tão manjadas cenas picantes entre os brothers.

Se os 90 dias de confinamento no besteirol do programa Big Brother Brasil, em sua décima segunda edição, são suficientes para transformar anônimos em heróis, como costuma dizer o apresentador, chamando-a de “nave louca”, então me considero um Super-Herói Social porque vivo confinado dentro de minha própria moradia há anos sem poder sair por ter medo dos verdadeiros heróis anônimos que desfilam pelas ruas às vezes assaltando, às vezes matando ou às vezes cheirando cola, em um heroísmo social real na luta diária pela sobrevivência. Isso é que é ser herói de verdade!

Se existe algum heroísmo em permanecer três meses dentro de uma casa vigiada por câmeras, o que dizer dos verdadeiros heróis sociais que vivem nas ruas das cidades brasileiras, tendo que se desviar de balas perdidas, de tampas de bueiros explodindo, de enchentes, desmoronamentos e tragédias por todos os lados, e ainda ter que conviver com escândalos públicos diariamente.  Esses sim são os heróis sociais dentro de uma realidade social dura!

Mas também existem os anti-heróis de verdade: os que jogam garrafas plásticas para entupir bueiros e depois reclamarem dos entupimentos que eles mesmos cometem, por pura falta de educação doméstica. Os anti-heróis são que prejudicam ao meio ambiente, os que não respeitam vagas demarcadas de estacionamentos para idosos, deficientes, usuários de cadeiras de rodas, grávidas, por pura falta de cidadania

Desejaria ser um anti-herói para combater o “heroísmo” da “nave louca” de Pedro Bial, um programa que presta um grande desserviço à população brasileira. E o pior é que ainda é apresentado em horário nobre, só para encher o saco de todos os que têm cultura, inteligência e senso crítico!

Se apenas 90 dias servem para transformá-los em heróis ilustres desconhecidos e lançá-los para a fama momentânea e a um estrelato efêmero, onde poucos permanecem depois de passado um curto período de tempo, prefiro ser um herói social confinado em minha própria residência.

Mas me curvo diante dos que gostam dessa baixaria explicita em horário nobre porque toda “a unanimidade é burra”! É dessa gente que vem o enorme Ibope da TV.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O RESTO DA VIDA TRANSPORTADA EM UM CARRINHO DE MÃO!



Em meio às cenas de pessoas se mudando antes que a água invadissem suas casas, um velinho de 82 anos que empurrava o lhe  restara de sua vida dentro de um carro de mão, só uma trouxa de roupa, foi o que mais me chamou a atenção. Era o resultado da tragédia das chuvas que inundaram o Estado de Minas Gerais e atingiram a cidade de Campos, no litoral do Rio de Janeiro, vindas do Rio Muriaé.

Era só uma pessoa sem importância em meio dois caminhões que transportavam materiais de uma mercearia – frízer, geladeira e mercadorias. Eis que em meio a tudo isso, aparece apenas e não mais do que apenas um senhor de 82 anos que não teve importância  alguma para ser mostrada em meio à tragédia da água invadindo a cidade: ele só estava honestamente transportando seus 82 anos de vida e o resto de suas roupas honestas, dentro de um carrinho de mão!

O pobre, insignificante mas honesto cidadão em seu carrinho de mão, transportando suas míseras roupas enroladas em um lençol, contrastava em meio a tudo e aos dois caminhões que se empenhavam em salvar frízer, geladeira e mercadorias.  Empurrava seu carrinho de mão longe dos holofotes da televisão, que nem o notou e só o mostrou de relance, como se ele tivesse aparecido do nada como uma aparição fantasmagórica apenas.

Sem importância, seguiu seu caminho em meio à solidão que deixava para trás e a insegurança que se acometeria de seu lar logo depois que saísse do imóvel. Mas com passos firmes, empurrava seu carro de mão como se fosse – e talvez fosse - a coisa mais importante de sua vida!

Enfim, de tudo o que mais me chamou atenção em meio a todas as tragédias mostradas na televisão, no Jornal Nacional, o velhinho sem importância empurrando seu carro de mão, como se fosse o fim de sua própria vida, transportando suas últimas lembranças, mas que o fazia com o ar majestoso do alto dos seus 82 anos de vida bem vividos.

Pois é, meu cidadão anônimo não identificado para os holofotes das misérias mostradas porque só transportava o resto de sua vida, sem importância em meio aos mais de 10 mil desabrigados e 66 municípios em situação de emergência em Minas Gerais; em meio a tudo isso, esse cidadão da cidade de Campos, no litoral do RJ, foi o que mais me chamou a atenção, transportando seu carrinho de mão sem importância. Era só mais um velinho tentando sobreviver à enchente!

Parabéns, Sr. Osvaldo. O senhor pode ser pobre e deve ter orgulho de sê-lo, pois transportava seus 82 anos de vida e suas ultimas roupas e todas cabiam dentro de seu simples carrinho de mão, enrolados em um lençol.

Decerto havia pouca roupa na bagagem, mas muita dignidade desse rico e honesto cidadão, transportando sem importância para os holofotes das câmeras por uma rua qualquer também sem importância, as suas últimas esperanças em forma de roupas que lhe restavam.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

CHARLES, O PEDREIRO HERÓI DE BH!



Ele não se chama “Pedro”, como na música social composta por Chico Buarque de Holanda, mas, sim, Charles, que não espera o “trem”, mas “carece de esperar também/para o bem de quem (sem pensar ou pensando bem), mesmo não tendo um “vintém”, se meteu dentro de uma enxurrada em Belo Horizonte e salvou três pessoas, as retirando de dentro de dois carros diferentes, que desciam rua à baixo: um homem, uma mulher e uma criança!

Não pensou na “sorte grande do bilhete federal todo mês”, mas no mês de seu aniversário, disse ter recebido três presentes em forma de três vidas salvas,  não “esperando aumento desde o ano passado para o mês que vem”.

Não esperou “o sol/Esperando o trem”. Mas entrou no meio da água lamacenta que arrastava carros, com velocidade de uns 100 km e pegou nos braços  Fabrizio, de 4 anos de idade, que só se comunica por sinais de LIBRA;  não era a “mulher de Pedro, esperando um filho pra esperar também”, mas apenas o pedreiro Charles  surgindo do meio da água carregando a criança nos braços, o Fabrizio.

O pedreiro Charles voltou à avenida que ficou alagada depois do último temporal, no dia 29, em Belo Horizonte, para abraçar as pessoas que salvara. Foi lá que o pedreiro de 29 anos fez o primeiro, o segundo e o terceiro resgate. Desafiando a enchente, o pedreiro Charles salvou um homem que já estava em cima de um carro. Depois, mais à frente, salvou uma mulher, Cláudia, desesperada dentro de outro carro que também era arrastado pela mesma correnteza. Com ela, estava uma criança, Fabrizio, de 4 anos.

“Ela pediu, pelo amor de Deus, que tirasse o menino (a criança) de dentro do carro e o salvasse, e que a deixasse lá”, lembra Charles. “De repente, me deparei com a chuva, o carro enchendo de água. Para todos os lados que eu olhava, a água estava subindo. Ele não ouve. Eu disse para ele através de sinais;  eu disse a ele que o anjo, que Deus estava conosco. Iria chegar o momento”, lembra Cláudia.

O pedreiro herói Charles, que não se chama “Pedro”, foi ao encontro deles e os reencontrou no mesmo lugar. Foi o momento de agradecer: um gesto de solidariedade salvou avó e neto. Um abraço sincero de gratidão foi à recompensa para o herói, que não ficou anônimo porque o cinegrafista amador filmou tudo e o entregou à Rede Globo.

“A gente esquece (de) tudo: do perigo, do que pode acontecer. Você quer é tirar quem está lá dentro, salvar a vida”, garante o pedreiro, Charles.

“Diante de tanta violência, de tanta maldade ainda existem pessoas boas para nos ajudar”, destacou Cláudia, avô de Fabrizio.

(Charles), “o pedreiro (não) tá esperando a morte/Ou esperando o dia de voltar pro Norte/(Charles), não sabe, mas talvez no fundo/
Espere alguma coisa mais linda que o mundo”. Se for isso que Charles esperava, já conseguiu! Parabéns, Charles, também meu herói anônimo, mas acredito que o pedreiro Charles, ao contrário do que diz a canção de Chico Buarque de Holanda, “Pedro Pedreiro” não “quer ser pedreiro pobre e nada mais, sem ficar, esperando, esperando, esperando o sol, esperando o trem, esperando um filho pra esperar também”. O filho, pelo menos, ele já conseguiu porque será o herói de Fabrício por um longo período!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

QUAL O BRASIL QUE QUEREMOS EM 2012?



O Supremo Tribunal Federal (STF) precisa resolver se a Lei da Ficha Limpa é ou não constitucional. Mas as mudanças começarão mesmo é na Esplanada dos Ministérios. O ano de 2012 começou com notícias desagradáveis de tragédias causadas pela chuva em BH, mortes nas estradas por imprudência de motoristas bêbados e irresponsáveis, mas também com notícias de mães que tiveram seus filhos nos primeiros minutos do novo ano. Mas daqui há 20, 30 anos, o que esses filhos dirão sobre os rumos do Brasil? Não sei e nem estarei mais vivo para saber. Mas preocupo-me com o que eles encontrarão no decorrer de suas vidas e com seus futuros.

Será que ainda teremos o STF discutindo problemas de vaidade entre Ministros em julgamentos que não precisariam se arrastar por tanto tempo, com seguidos adiamentos e pedidos de vistas?

Será que mais uma vez essas crianças que nasceram na virada do ano continuarão votando em políticos de ficha suja e elegendo também alguns bandidos escondidos atrás de mandatos que os tornam imunes a processos ou, como afirmou a Ministra do CNJ Eliana Calmon, juízes bandidos e corruptos se protegendo atrás das togas que usam?

Será que, na Reforma Ministerial a ser conduzida pela Presidente Dilma Rousseff vamos presenciar candidatos ao posto caindo um por igual à pedra de dominó enfileirado? Um após outro!

Ou se terá um Brasil no qual os brasileiros poderão se orgulhar?

Ou continuaremos tendo um Brasil que arrecada muito mais  gasta mal o dinheiro arrecadado devido aos inúmeros desvios nas políticas sociais, de segurança, educação e merenda escolar?

Qual será o Brasil que teremos ou queremos ter no futuro?

Pelo voto, pela mobilização popular e pela indignação de todos os brasileiros não alcançamos muita coisa, porque esbarramos sempre em juízes ou ministros do judiciário que nos causam sobressaltos com medidas de recondução de políticos corruptos aos seus postos, no mínimo questionáveis, na calada da noite!

Um Brasil honesto, com políticos sérios, políticas sociais voltadas aos setores da segurança pública, saúde, educação, esporte e lazer para todos, sem desvios e péssimos exemplos dados pelos administradores da “coisa pública”, é o que todos nós desejamos.

Sonhar não custa nada e ainda não paga impostos em cascatas como na produção, nos serviços, na indústria, mas folhas de pagamento das empresas, na cesta básica dos assalariados...

Sonhar não custa nada e ainda não paga imposto! Ainda...

Não sei se daqui há 20 ou 30 anos como será, mas as crianças que nasceram nos primeiros anos do novo ano saberão das respostas e poderão lutar contra essas injustiças sociais, que tornam o Brasil uma ilha rica, cercado de pessoas miseráveis por todos os lados!

domingo, 1 de janeiro de 2012

O QUE ESCREVEI NAS ÚLTIMAS PÁGINAS DO LIVRO DA VIDA!


Com calma, paciência, serenidade, simplicidade e muito amor à vida, começarei a escrever hoje, dia 1/12/2012, nas últimas páginas em branco que ainda me restam, a nova história de minha vida. Espero escrevê-la com sabedoria, menos revoltado, azedo, enfim, menos chato, como o fiz no ano que se foi, 2011.

Mas acho que isso não acontecerá porque sai ano entra ano e as coisas não mudam: rotineiramente ocorrem roubalheiras descaradas, liminares judiciais com a ajuda financeira de interesses escusos, políticos corruptos assumindo postos; enfim, posso até tentar mudar, mas a realidade social do Brasil não mudará! Talvez eu não mude também, embora tenha muita vontade de fazê-lo!

A nova história que escreverei nas últimas páginas em branco que ainda restam de minha vida, certamente a farei com muita mais emoção e amor no coração porque, ao acordar hoje pela manhã, encontrei em meu aparelho celular a mensagem de meu médico, Dr. Dante Luis Garcia Rivera: “Sr. Carlos, Feliz Ano Novo que este ano seja de paz e felicidade, muito amor e que todos teus projetos sejam realizados com sucesso. Deus abençoe tua família, são os sinceros desejos com muito carinho de Dante e família.” À Deus e ao médico, devo minha vida para continuar registrando nas páginas em branco que ainda me restam de vida para novos registros, em crônicas que escreverei.

Embora afetado em meu lóbulo de humor e emoção, não direi que essa mensagem de meu médico,  não me tenha movido minha emoção mas apenas respondi: “...e que o senhor fale pela boca de um anjo e que eu não tenha que ser hospitalizado em emergência para novas cirurgias, em 2012. Esse  é meu único desejo”.

Não que esteja relegando a um plano inferior a habilidade profissional de meu médico; ah, isso não! Mas porque eu mesmo sinto que as poucas páginas em branco do livro de minha vida estão ficando cada vez menores, quer pela idade, quer pelas duas  bactérias incuráveis que mantenho alojadas em meu cérebro, mantidas sob controle com remédios que tomo diariamente.

Mesmo assim, obrigado, Dr. Dante! Sua mensagem me deu mais ânimo para viver!

Saberei que pelas mãos de Deus, guiando as suas,  terei mais anos de vida, sim, com paz e felicidade ao lado de minha esposa e família. Embora ultimamente tenha tido poucos momentos de humor, me senti muito bem humorado quando li sua mensagem cheia de carinho, respeito e consideração. Eu, como seu mero paciente, talvez seja mais um apenas em meio de milhares de outros que o senhor os mantém em seu fichário de atendimento, continuarei sim, escrevendo até o fim, as últimas páginas em branco do curto livro que restam de minha vida! Mas...