sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

AH, O AMOR... (para Amélia Dutra Rocha, na cidade do Porto, em Portugal)




Ah, o amor!
Que sentimento estranho é esse que arde sem arder,
queima sem queimar,
doe sem doer e que também nos faz chorar?
Ah, o amor!
Que coisa estranha é essa que só sentimos no coração?
na morte do amor, se manifesta mais forte, em forma de saudade e lembranças vividas,
desejos de perpetuar a pessoa amada.
Mas, o que é o amor, afinal?
No “Soneto de Fidelidade“, Vinicius de Moraes
já pediu ao AMOR:
 “Que seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure”

4 comentários:

  1. Amelia Dutra Rocha Ó Carlos Costa, que lindo e verdadeiro , hoje o amor que eu tinha pelo Virgílio se multiplicou a saudade bate forte me dei conta que na feira do ano passado ele esteve todos os dias direto , eu ainda lhe dizia não canses tanto ele me dizia quero viver cada dia como se fosse o ultimo ! viveu e aproveitou a vida .

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  2. Amelia Dutra Rocha Lindo esse poema vou guarda com muito carinho , vou fazer uma lapida com ele e colocar no tumulo do Virgílio , muito obrigado de coração !!!

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  3. Linda homenagem,Carlos.Grata pela partilha.Abraços de além-Mar

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