segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A PEDRA DA RAZAO




Encontrei na pedra, um poema de Drumond
Encontrei a pedra que matou Golias,
Encontrei a pedra das esculturas de Michelangelo.

Tropecei na pedra de Drumond,
Tombei para o lado dos mortos, acomodados no seu bolso esquerdo
(Mas não matei Golias com a funda e a pedra)

Acordei, vi o passarinho na minha janela, bicando-a com força.
Não a vi pedra dos meus sonhos.

Eu estava sonhando:
(um sonho “petrificado”)

4 comentários:

  1. Interessante sua criatividade!
    Gostei!

    ResponderExcluir
  2. Pedras que apedrejam, pedras que constroem. Pedras que viram muros, pedras que viram caminhos. E a pedra onde pousa o passarinho...

    ResponderExcluir
  3. Academia Curvelana de Letras9 de setembro de 2014 18:22

    Parabéns, pelo grande poeta que você é, a brincar com as palavras sensibilizando corações, Carlos Costa!

    ResponderExcluir
  4. Academia Curvelana de Letras9 de setembro de 2014 18:25

    Parabéns pelo escritor e cronista que vc tao bem sabe representar, Carlos Costa!

    ResponderExcluir