sábado, 1 de julho de 2017

MARIO MARTINS JÚNIOR, O ENGRAÇADO!


Mário Martins Júnior, ex-diretor da Unidade “Mário Martins”, no Estado do Pará, é muito pessoa interessante e divertida. Interessante porque dizia que se desejasse ficar rico, teria que fundar aIGREJA UNIVERSAL DA INTERPRETAÇÃO DOS ESCRITOS OCULTOS E NÃO INTERPRETADOS". Embora fosse filho de um político importante no seu Estado, decidiu exportar portas de madeira, embora também tivesse uma gráfica, na qual faria seus cartões de apresentação como "pastor mor" uma alusão direta ao pastor Edir Macedo, um dos mais ricos do Brasil. Foi também nomeado juiz classista indicado pela Federação das Empresas de Transportes Rodoviários da Região Norte-Fetranorte,

Depois, quando seu pai Mário Martins deixou de ser deputado federal disse que estavam aparecendo na garagem do pai tantos "irmãos" que não conhecia que decidiu "guardar pelo menos um pneu de seu”, porque talvez dizia fosse a única coisa que lhe sobrasse depois da morte de seu pai...Vivo graças a Deus, apesar da idade avançada!

Em Manaus, andando pelo primeiro shopping construído e inaugurado em Manaus pela OAS, visitou a loja Bemol. Dentro do estabelecimento comercial, perguntou qual o último modelo de aparelho celular lançado no mercado, a vendedora começou a lhe explicar as várias funções do aparelho. Mário Júnior interrompeu as explicações da sorridente vendedora e perguntou: "ele faz e recebe ligações?  Porque é apenas para isso que eu o usarei". A vendedora apenas riu!

Em outra ocasião, veio a Manaus com diversos outros convidados para a festa dos 15 anos da neta do presidente administrador Francisco Saldanha Bezerra, no Dúcila's Bufet, fui designado para transportar na minha bleizer turbo diesel 4x4 DLX que dirigia na época em que era diretor da Unidade 12 Manaus "Adm. Francisco Saldanha Bezerra", fui designado para transportar a todos de volta ao Aeroporto Eduardo Gomes.

Levava e voltava. Os últimos que levei foi o Mario Martins Junior e o pai dele na época ainda deputado federal. Ao chegar 5:30 da manhã em casa, levei uma bronca de minha esposa Yara Queiroz, que estava acordando para ir trabalhar. "Não acredito que você ficou até essa hora a disposição do Bezerra?!" 


Um comentário:

  1. Elisabeth Amorim1 de julho de 2017 20:05

    Sempre preciso, caro escritor. Realmente, para quem ficou em casa, fica difícil acreditar que o outro amanheceu o dia à serviço de alguém. A sua escrita faz com que o leitor vivencie a cena narrada. (rsrs) Perfeita crônica!

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