quarta-feira, 12 de abril de 2017

CAUSA MORTIS... (ROMANCE DE FICÇÃO)

Baixem meu primeiro romance de ficção escrito depois que me recuperei totalmente dos 10 dias em coma, 45 dias sem memória, após minha internação para  tratar de um empiema cerebral ocorrido em 2006, quando lecionava em turmas de Serviço Social na Faculdade Nilton Lins, em Manaus.

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3 comentários:

  1. Mörh Anii Rá (escritor)17 de abril de 2017 10:4418 de abril de 2017 08:00

    Bom dia jornalista Carlos Costa:
    Li com muita atenção todo o seu romance.
    Ao final, destaquei personagens que pesaram mais à trama se destacando em meio a outros de pesos menos contundentes.
    Do romance, gostei.
    Há em suas linhas uma espécie de anáfora motivacional/emocional que remete todo ele a uma revelação contundente: a paixão exacerbada do personagem por sua Suzy; umas variantes e, logo, o retorno ao foco principal que serve de construção à alma do próprio romance em si. O narrador pergunta: “por que voltei a falar nesse assunto?” Então, é quando a trama sofre uma ligeira ruptura revelando-nos uma personagem que narra suas dores, seus medos, suas ansiedades e sua insistência em apenas desejar Suzy!
    Mergulhado a esse hiato emocional, pode-se sentir o seu desprezo não por Suzy, a indiferente, que pensa romper ao amante sem saber se ficará ou não ligada ao antigo namorado de faculdade. Ele, não. Ele sabe o que deseja com intensidade: Suzy! Suzy! Suzy! O leitor tem a certeza de que a personagem é homem coerente, ao menos, ao que se refere à sua paixão. O clima “ferve” no momento em que ele aceita se apaixonar por outra mulher; e haveria uma terceira, uma quarta e mais mulheres não fosse ele um real e fiel apaixonado pela mulher única, cuja lembrança o persegue como sua própria sombra.
    Quem lê deseja que eles se encaixem uma vez por todas, ao mesmo tempo em que não compreende as incertezas da jovem que é o objeto de tanta paixão, mas que parece duvidar. A dúvida aparece como outra personagem importante. O seu tormento é outro personagem secundário, influenciando, por suas razões, o todo do universo narrado. Uma coisa eu senti: o romance mexe à expectativa do leitor, e se mexe é por sacudir o íntimo de quem já esteve apaixonado doentiamente por alguma mulher especial e já viveu periodos de dores físicas, anulando-o não inteiramente, mas levando-o a uma depressão. E são essas coincidências que envolvem a quem o lê. São estas as minhas considerações. Parabéns!

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  2. Max Carpenthier/ escritor e ex-presidente da AAL18 de abril de 2017 08:04

    Grato pela citação de meu avô Hemetério Cabrinha, grande homem e esplendoroso poeta.
    Pergunto: o teu livro, Carlos, vai ser impresso?

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  3. Complexo.
    A cara da morte

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