O leitor "Chaguinha
de Humaitá" (nome artístico) mais uma vez me surpreende com a
postagem de um vídeo, sobre as “Mulheres
Construção Civil, ” gravado por ele mesmo, apresento-as como sendo uma coisa
inédita e a ser seguida pelo resto do Brasil. Depois de assistir duas entrevistas
com mulheres, Luciana e Eliane e com o mestre de obras delas, Lourival Santos
Silva, elogiando-as pelo zelo, cuidado e eficiência elaborei a seguinte resposta e
encaminhei para ele.
“Interessante sim; inédito não. Historicamente, quase todas as provisões nasceram para serem exercidas pelo sexo masculino. A exceção, talvez tenha sido a única profissão que tenha nascido dentro da Igreja, foi a de Serviço Social, que era se pelas mulheres consideradas as “as damas de caridade”, "Às mulheres lhes eram dadas por missão, apenas servir aos seus maridos”. Até o voto era só para o sexo masculino. As mulheres tinham que receber uma autorização de seus maridos para exercerem esse direito universal.
Como afirmo na
conclusão do livro cientifico "O CAMINHO NAO OERCORRIDO -A
TRAJETORIA DOS ASSISTENTES SOCIAIS". Como professor universitário ministrava
conhecimentos adquiridos na UFAM para turmas com diversos homens. Por isso, em 1995, garanti que não existe profissão
sexuada. Hoje, as profissões podem ser exercidas por qualquer gênero
sexual, respeitadas as limitações naturais de gênero. Também não pode ser
dividida entre profissões só para homens ou só para mulheres! Ambos os sexos,
podem exercer qualquer profissão. A existência profissionais masculinos
e femininos na vida contemporânea, é salutar.
Em um passado histórico
recente, nas Escolas se ensinava a disciplina de "prendas domesticas", tal era o “machismo imperava na sociedade contemporânea!". Felizmente
isso está mudando. Devagar, mas está mudando.
Depois de ler a
resposta sobre o vídeo, concordou comigo e respondeu "é verdade"! Não
sou o dono da verdade e gosto e respeito quem discorda de mim, desde que
embasado em argumentos sólidos. Pauto-me pela verdade, pela história e não só
pelo “achismo”,
“ouvir dizer” ou “li nas redes sociais”.
Afinal fui
professor de pesquisa social e quem já foi ou ainda o é, nunca esquece o que
aprendeu e ensinou!
Olá Carlos,
ResponderExcluirApoio plenamente suas convicções. Precisamos entender que o mundo evolui a cada dia e que preconceitos e tabus não tem mais lugar neste mundo.